A Minha Voz 23
Jaí Antonio Strapazzon.
O tempo
O grande algoz da humanidade. Inexorável, veloz, matreiro, implacável ele nos faz de joguete, nos encaminhado sempre para mais alem do ponto de partida. Amigo, inimigo, a verdade é que ninguém ainda descobriu uma maneira de fazê-lo parar, as dores, as doenças, as dificuldades todas estas marcas profundas que nos afetam seriam freadas e nos tornaríamos uma espécie de robôs, com movimentos mecânicos, lentos e objetivos, caso isto viesse a acontecer.
Em compensação, o conhecimento, a cultura, o discernimento até o próprio entendimento da nossa existência ficaria muito comprometido. Muito mais importantes do que as transformações que ele impiedosamente impõe ao nosso corpo são as alterações as quais nos deparamos com o nosso cérebro.
Este fantástico gerador de eletricidade, capaz de comandar uma rede de milhões de quilômetros de filamentos nervosos por toda a extensão do nosso corpo seja, talvez a parte mais importante que é afetada pelo tempo.Sob seu comando caminhamos, nos movimentamos, nos alimentamos, odiamos, amamos, traímos.
O tempo foi criado para nos ensinar que não somos donos de nosso próprio destino, podemos trilhar os mais diversos caminhos, mas estaremos sempre atrelados a um princípio básico que se resume em três etapas, nascer, viver, morrer. Este ciclo é irreversível, pode uma máquina conservar um corpo indefinitivamente, porém, não conseguirá mantê-lo saudável, ágil e em condições de sobreviver por si só.Forçosamente na ponta inicial desta máquina estará outro ser humano, para lhe dar suporte, manutenção, estímulos.
Engraçado, como não sejamos capazes, de entender quão frágil é esta máquina.Um simples tombo, uma queda muitas vezes sem importância, pode num minuto tirar nossos movimentos, todos ou um só, lado direito, lado esquerdo. Basta que um pequenino vaso sofra uma interrupção, uma célula seja afetada, e pronto o bicho homem já não apresenta mais perigo.Sua fortuna, seus amigos, seu prestígio, todo o eu patrimônio fica restrito a uma cama de hospital, mais sofisticada ou menos, mais rica ou menos, não importa, é ali que vai permanecer é ali que vai lutar para driblar o golpe do tempo.
O tempo, somado ao conteúdo de tudo aquilo que assimilamos é que nos determina se nossa passagem por este mundo, valeu a pena. O problema é que muitas vezes não o temos o suficiente para inventariar nossa existência.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Minha Voz 22
A Minha Voz. 22
Jaí Antonio Strapazzon.
O Porquê.
Tenho mais de cento e cinqüenta textos, entre editados pelo jornal, na internet, em fóruns e blogs, versando sobre segurança pública. E, desde que comecei a escrever isto há mais de quarenta anos, jamais tive contestação de um artigo que fosse. O tema me atrai, gosto de debater, pesquisar, e logicamente com os argumentos à mão, redigir meus textos.
Recentemente, atraído pela vontade de participar, fui convidado a fazer parte do CONSEPRO, sou 1º vice presidente, mas confesso que a experiência levou-me a uma decepção. Brigar por segurança numa cidade como Sapucaí do Sul é besteira, aqui as “autoridades” em segurança se restringem a Brigada Militar e a Polícia civil. Descontados os contras, pois mesmo nestas corporações sempre acontecem as exceções, o que se tem na verdade são remendos, se houver flagrante, prende, se não houver preenche umas folha de papel na delegacia mais próxima e esquece.
Estas assembléias do Orçamento Participativo é a maneira populista de dar uma satisfação ao povo sobre o destino de verbas públicas. É muito fácil eu apresentar proposições, pedir isto ou aquilo, porem a experiência nos mostra que muito pouco ou quase nada daquilo que é tratado acontece. A segurança pública é um jogo, de um lado os marginais, do outro a dita “sociedade” com uma diferença muito grande a favor da bandidagem, eles agem no instinto, e tem o fator surpresa, nós traçamos estratégias, fazemos planos, seminários, reuniões palestras, examinamos gráficos, fizemos passeatas, e quando tudo está utopicamente organizado, botamos para gerenciar tudo, um a pessoas sem preparo, sem conhecimento, mas, com um bom relacionamento com Brasília.
Ora bolas, enquanto tratarmos o tema com estes princípios norteando nossa conduta, o bandido vai estar em vantagem. Acostumamos-nos a perder tempo com bobagens, nossas reuniões geralmente se resumem a cada um dizer o que lhe vem a cabeça, sem coordenação, sem lógica. Resultado, papéis, papéis só papéis, e os bandidos são reais, os assaltos são reais, e as agressões também.
Por tudo isto, me confesso um incrédulo, Tudo o que se faz, em matéria de segurança pública, infelizmente é conversa fiada, que vai, quando muito proporcionar viagens à Brasília, mais como turismo do que propriamente na busca de solução.
Exagero? Então dou uma prova. O CONSEPRO está falido, pois acreditem ou não neste nosso mandato, que está encerrando o tempo todo foi gasto em arrumar a casa, pagar impostos atrasados e encargos de outras gestões. Sem dinheiro, sem verbas, sem apoio, a única entidade não política, que poderia realmente contribuir com os órgão de segurança do município.No lugar deste, os assunto relacionados a segurança ficam por conta da Secretaria Municipal de Segurança Pública, um trambolho, que serve mais como cabide de emprego do que propriamente como órgão de apoio.Vamos rezar e continuar confiando...em DEUS.
Jaí Antonio Strapazzon.
O Porquê.
Tenho mais de cento e cinqüenta textos, entre editados pelo jornal, na internet, em fóruns e blogs, versando sobre segurança pública. E, desde que comecei a escrever isto há mais de quarenta anos, jamais tive contestação de um artigo que fosse. O tema me atrai, gosto de debater, pesquisar, e logicamente com os argumentos à mão, redigir meus textos.
Recentemente, atraído pela vontade de participar, fui convidado a fazer parte do CONSEPRO, sou 1º vice presidente, mas confesso que a experiência levou-me a uma decepção. Brigar por segurança numa cidade como Sapucaí do Sul é besteira, aqui as “autoridades” em segurança se restringem a Brigada Militar e a Polícia civil. Descontados os contras, pois mesmo nestas corporações sempre acontecem as exceções, o que se tem na verdade são remendos, se houver flagrante, prende, se não houver preenche umas folha de papel na delegacia mais próxima e esquece.
Estas assembléias do Orçamento Participativo é a maneira populista de dar uma satisfação ao povo sobre o destino de verbas públicas. É muito fácil eu apresentar proposições, pedir isto ou aquilo, porem a experiência nos mostra que muito pouco ou quase nada daquilo que é tratado acontece. A segurança pública é um jogo, de um lado os marginais, do outro a dita “sociedade” com uma diferença muito grande a favor da bandidagem, eles agem no instinto, e tem o fator surpresa, nós traçamos estratégias, fazemos planos, seminários, reuniões palestras, examinamos gráficos, fizemos passeatas, e quando tudo está utopicamente organizado, botamos para gerenciar tudo, um a pessoas sem preparo, sem conhecimento, mas, com um bom relacionamento com Brasília.
Ora bolas, enquanto tratarmos o tema com estes princípios norteando nossa conduta, o bandido vai estar em vantagem. Acostumamos-nos a perder tempo com bobagens, nossas reuniões geralmente se resumem a cada um dizer o que lhe vem a cabeça, sem coordenação, sem lógica. Resultado, papéis, papéis só papéis, e os bandidos são reais, os assaltos são reais, e as agressões também.
Por tudo isto, me confesso um incrédulo, Tudo o que se faz, em matéria de segurança pública, infelizmente é conversa fiada, que vai, quando muito proporcionar viagens à Brasília, mais como turismo do que propriamente na busca de solução.
Exagero? Então dou uma prova. O CONSEPRO está falido, pois acreditem ou não neste nosso mandato, que está encerrando o tempo todo foi gasto em arrumar a casa, pagar impostos atrasados e encargos de outras gestões. Sem dinheiro, sem verbas, sem apoio, a única entidade não política, que poderia realmente contribuir com os órgão de segurança do município.No lugar deste, os assunto relacionados a segurança ficam por conta da Secretaria Municipal de Segurança Pública, um trambolho, que serve mais como cabide de emprego do que propriamente como órgão de apoio.Vamos rezar e continuar confiando...em DEUS.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Me ajudem
A pergunta que não quer calar.
Qual a qualificação técnica (este era o critério) que possui o DUNGA (filho do Vereador Avelino) para assumir a titularidade da pasta da Secretaria da Cultura? Por favor, alguém me ajude ai. Das duas uma, ou mudaram os critérios, ou não sabem o que significa Cultura. Se continuar neste ritmo, vamos instituir a Escolinha Muito Louca do canal 10 como programa de educação básica no município. Empreguismo, este é o nome.
Qual a qualificação técnica (este era o critério) que possui o DUNGA (filho do Vereador Avelino) para assumir a titularidade da pasta da Secretaria da Cultura? Por favor, alguém me ajude ai. Das duas uma, ou mudaram os critérios, ou não sabem o que significa Cultura. Se continuar neste ritmo, vamos instituir a Escolinha Muito Louca do canal 10 como programa de educação básica no município. Empreguismo, este é o nome.
SUGESTÃO
Sugerir, não ofende.
Um novo quadro no meu blog, neste você pode participar com sugestões, é só enviar para o email: jaiantonio@terra.com.br . que ele será devidamente encaminhado para a área correspondente. As sugestões, sem ofensas pessoais não tem limites políticos, podem abranger Governos federal, estadual,municipal, em todas as esferas.
Para começar tenho uma que é endereçada ao Sr.Prefeito Vilmar Ballin.
Quero SUGERIR, ao Senhor Prefeito, que instale um gabinete lá em Brasília, porque a meu ver, se a cada aceno de algum político, ele deslocar-se com a comitiva, não vai ter imposto que chega. Aliás, já se avizinham eleições, e a revoada vai ser grande de Lá para cá , e de cá para lá. E pra não dizer que eu não colaboro, sugiro que os nossos representantes, sejam escolhidos daqui da cidade, nada de importar petistas. Outro detalhe importante, lembrando que viagem, gera milhagens, e estas na verdade, devem ser usadas para cobrir deslocamentos do político a serviço, e não para os familiares ,amigos,correligionários.
Tai, esta é a sugestão.
Um novo quadro no meu blog, neste você pode participar com sugestões, é só enviar para o email: jaiantonio@terra.com.br . que ele será devidamente encaminhado para a área correspondente. As sugestões, sem ofensas pessoais não tem limites políticos, podem abranger Governos federal, estadual,municipal, em todas as esferas.
Para começar tenho uma que é endereçada ao Sr.Prefeito Vilmar Ballin.
Quero SUGERIR, ao Senhor Prefeito, que instale um gabinete lá em Brasília, porque a meu ver, se a cada aceno de algum político, ele deslocar-se com a comitiva, não vai ter imposto que chega. Aliás, já se avizinham eleições, e a revoada vai ser grande de Lá para cá , e de cá para lá. E pra não dizer que eu não colaboro, sugiro que os nossos representantes, sejam escolhidos daqui da cidade, nada de importar petistas. Outro detalhe importante, lembrando que viagem, gera milhagens, e estas na verdade, devem ser usadas para cobrir deslocamentos do político a serviço, e não para os familiares ,amigos,correligionários.
Tai, esta é a sugestão.
Minha Voz 21
A Minha Voz. 21
Jaí Antonio Strapazzon .
Cara de Pau.
Olha, se existe um cara que pode ser taxado de cara de pau, isto para não dizer coisa pior,este homem é o deputado federal Sergio Ivan Moraes, do PTB, do Rio Grande do Sul . As declarações feitas á imprensa por este “deputado” servem para ilustrar como somos burros e manobrados por estes cafagestes.
Diz ele :” Vocês (imprensa) vivem batendo, denunciando, mas não adianta e gente continua se elegendo”, e vai mais alem, “Estou me lixando para a opinião pública”. E o pior que tudo é verdade. Este tipo de cara, é aquele que nunca poderia estar onde está. Mas o povo gosta de ser maltratado, pisoteado, ora dirá alguém, mas ele elegeu-se, seu mandato é legal, claro que é mas seu comportamento é imoral, desrespeitoso, fraco, calhorda.
Este é um dos tantos que se elegem com mentiras, com verbas públicas distribuídas para os companheiros, um parlamentar com um histórico público nada elogiável ( conforme dados do site transparência Brasil) mas que mesmo assim já embolsou com verbas indenizatórias até agora um total de R$.343.818,87. Disse e repito, o maior problema do povo brasileiro é a educação. A falta de educação, ou as dificuldades para que mais pessoas possam cursar uma faculdade, não permitem que tenhamos a clareza suficiente para na hora de votar, analisar a vida, pregressa desta tropa de políticos incompetentes. Daí acontece isto.
Mas falar neste assunto aqui em Sapucaia é chover no molhado, não vai acrescentar nada mais, somos campeões em votar errado, a prova disto ai está gente com cérebro de minhoca, se reelegendo a cada ano. Em todos estes anos de vivencia e conhecendo todos os políticos da cidade, não tenho condições de apontar um, um apenas que se possa apontar como legítimo representante das aspirações do povo. Não existe. A cada ano, a cada eleição assumem os mesmo, troca a “meleca” mas, as moscas são as mesmas.
Os “Sergios Ivans Moraes” vão continuar sendo eleitos, (e não foram poucos os enganados, pois nas últimas eleições este ilustre fez 86.229 votos) porque ainda não aprendemos a identificar quem presta, e quem não presta. Eles vão continuar existindo por que enquanto distribuírem verbas para os “aspones” nos municípios, para usá-las em caridades, uma grande parcela do povo vai o aplaudir mesmo quando declara que está se lixando para a opinião pública.
Jaí Antonio Strapazzon .
Cara de Pau.
Olha, se existe um cara que pode ser taxado de cara de pau, isto para não dizer coisa pior,este homem é o deputado federal Sergio Ivan Moraes, do PTB, do Rio Grande do Sul . As declarações feitas á imprensa por este “deputado” servem para ilustrar como somos burros e manobrados por estes cafagestes.
Diz ele :” Vocês (imprensa) vivem batendo, denunciando, mas não adianta e gente continua se elegendo”, e vai mais alem, “Estou me lixando para a opinião pública”. E o pior que tudo é verdade. Este tipo de cara, é aquele que nunca poderia estar onde está. Mas o povo gosta de ser maltratado, pisoteado, ora dirá alguém, mas ele elegeu-se, seu mandato é legal, claro que é mas seu comportamento é imoral, desrespeitoso, fraco, calhorda.
Este é um dos tantos que se elegem com mentiras, com verbas públicas distribuídas para os companheiros, um parlamentar com um histórico público nada elogiável ( conforme dados do site transparência Brasil) mas que mesmo assim já embolsou com verbas indenizatórias até agora um total de R$.343.818,87. Disse e repito, o maior problema do povo brasileiro é a educação. A falta de educação, ou as dificuldades para que mais pessoas possam cursar uma faculdade, não permitem que tenhamos a clareza suficiente para na hora de votar, analisar a vida, pregressa desta tropa de políticos incompetentes. Daí acontece isto.
Mas falar neste assunto aqui em Sapucaia é chover no molhado, não vai acrescentar nada mais, somos campeões em votar errado, a prova disto ai está gente com cérebro de minhoca, se reelegendo a cada ano. Em todos estes anos de vivencia e conhecendo todos os políticos da cidade, não tenho condições de apontar um, um apenas que se possa apontar como legítimo representante das aspirações do povo. Não existe. A cada ano, a cada eleição assumem os mesmo, troca a “meleca” mas, as moscas são as mesmas.
Os “Sergios Ivans Moraes” vão continuar sendo eleitos, (e não foram poucos os enganados, pois nas últimas eleições este ilustre fez 86.229 votos) porque ainda não aprendemos a identificar quem presta, e quem não presta. Eles vão continuar existindo por que enquanto distribuírem verbas para os “aspones” nos municípios, para usá-las em caridades, uma grande parcela do povo vai o aplaudir mesmo quando declara que está se lixando para a opinião pública.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Minha voz 19
A Minha Voz. 19
Jaí Antonio Strapazzon .
Porque será?
Já escrevi outras vezes, e confesso que por mais que tentasse não encontrei ainda os motivos, as razões, ou seja, lá o que for para que Sapucaia do Sul seja uma cidade diferente das demais. Não sei se alguém já percebeu, mas, nós temos uma triste vocação para o continuísmo. Isto mesmo. Por mais que se tente, por mais que se façam estudos, por mais que se apresentem pessoas querendo contribuir, invariavelmente acabamos sempre caindo nas mãos das mesmas pessoas que já estão até criando raízes, e o pior, nunca apresentaram nada de novo.
As últimas eleições, traziam em seu bojo, o sentimento do povo sapucaiense, que era o de uma grande mudança, todos nos desejávamos ver os grandes lacaios na cadeia, banir da vida pública os mentirosos, os falsos,todos aqueles que por décadas só souberam mamar nas gordas tetas do poder público.O grande problema é que não sabemos, ou não queremos votar certo, temos que aprender ainda a votar, mas, não só votar, e sim fiscalizar o candidato escolhido por nos.
Se, o povo conscientemente tivesse elegido uma base governista, formada por candidatos dos partidos coligados, talvez, vejam bem, talvez não houvesse as intromissões que houve, O Ballin não teria sido forçado a engolir o Scopel, o Guilherme, o Arlenio, o Jarbas , e tantos outros que desfilaram no bloco do Marcelo, malharam o criador de cavalos, mamaram nos cargos oferecidos por ele para manter o status,e que ao verem naufragar os sonhos da reeleição se atiraram nos braços do Ballin e do Ibanor. Uma vergonha, sim senhores uma grande vergonha, a barganha de cargos, inclusive uma secretaria para o Sr. Guilherme, que na última hora ensaiou um choro se dizendo pedetista doente e que nunca concordou com aquilo que acontecia na cidade, não concordava, mas, participava,e recebia como diretor.
Infelizmente, em Sapucaia do Sul por ser uma cidade diferente em muitas coisas, numa coisa ela é igual a todas as outras. Ela é impulsionada pela troca de votos, pela barganha de verbas, pelo toma lá dá cá. Ora, com três vereadores, numa bancada de onze, é claro que a barganha iria acontecer, e isto fez com que antigos defuntos políticos, verdadeiras múmias, tomassem um banho de cheiros e voltassem com tudo aos antigos postos, e o pior, sedizentes no direito de intimidar os recém eleitos, com o famoso,sem maioria não há projetos aprovados, coisa de máfia.
Jamais poderia ocupar cargo, como vereador aqui em Sapucaia, minha índole não aceita muitas coisas que acontecem ali dentro daquele prédio,a começar pelas barganhas em troca disto e daquilo.Fiz uma proposta ao Ballin, propus a ele e ao Ibanor, que não aceitassem doar cargos em troca de maioria na câmara, mas que fizesse justamente o contrário, cada projeto de real interesse da população, fizesse plenárias,discutisse com o povo, mostrasse as vantagens, e depois convidava a todos participarem das reuniões na câmara.Quem fiscalizaria os vereadores seríamos nós, que os elegemos, e se começassem com palhaçadas, com marolas, e com muita lenga- lenga, seriam vaiados até calarem a boca. Isto é democrático, não tem segurança, não tem brigadiano, não tem polícia civil, nem muito menos advogado que proíba.
Mas não, preferimos mais uma vez, o ranchinho, o terreninho, a cadeira de rodas as muletas, a consulta. Em troca doamos um cheque em branco, com direito a salários e mordomias por mais quatro anos.
Jaí Antonio Strapazzon .
Porque será?
Já escrevi outras vezes, e confesso que por mais que tentasse não encontrei ainda os motivos, as razões, ou seja, lá o que for para que Sapucaia do Sul seja uma cidade diferente das demais. Não sei se alguém já percebeu, mas, nós temos uma triste vocação para o continuísmo. Isto mesmo. Por mais que se tente, por mais que se façam estudos, por mais que se apresentem pessoas querendo contribuir, invariavelmente acabamos sempre caindo nas mãos das mesmas pessoas que já estão até criando raízes, e o pior, nunca apresentaram nada de novo.
As últimas eleições, traziam em seu bojo, o sentimento do povo sapucaiense, que era o de uma grande mudança, todos nos desejávamos ver os grandes lacaios na cadeia, banir da vida pública os mentirosos, os falsos,todos aqueles que por décadas só souberam mamar nas gordas tetas do poder público.O grande problema é que não sabemos, ou não queremos votar certo, temos que aprender ainda a votar, mas, não só votar, e sim fiscalizar o candidato escolhido por nos.
Se, o povo conscientemente tivesse elegido uma base governista, formada por candidatos dos partidos coligados, talvez, vejam bem, talvez não houvesse as intromissões que houve, O Ballin não teria sido forçado a engolir o Scopel, o Guilherme, o Arlenio, o Jarbas , e tantos outros que desfilaram no bloco do Marcelo, malharam o criador de cavalos, mamaram nos cargos oferecidos por ele para manter o status,e que ao verem naufragar os sonhos da reeleição se atiraram nos braços do Ballin e do Ibanor. Uma vergonha, sim senhores uma grande vergonha, a barganha de cargos, inclusive uma secretaria para o Sr. Guilherme, que na última hora ensaiou um choro se dizendo pedetista doente e que nunca concordou com aquilo que acontecia na cidade, não concordava, mas, participava,e recebia como diretor.
Infelizmente, em Sapucaia do Sul por ser uma cidade diferente em muitas coisas, numa coisa ela é igual a todas as outras. Ela é impulsionada pela troca de votos, pela barganha de verbas, pelo toma lá dá cá. Ora, com três vereadores, numa bancada de onze, é claro que a barganha iria acontecer, e isto fez com que antigos defuntos políticos, verdadeiras múmias, tomassem um banho de cheiros e voltassem com tudo aos antigos postos, e o pior, sedizentes no direito de intimidar os recém eleitos, com o famoso,sem maioria não há projetos aprovados, coisa de máfia.
Jamais poderia ocupar cargo, como vereador aqui em Sapucaia, minha índole não aceita muitas coisas que acontecem ali dentro daquele prédio,a começar pelas barganhas em troca disto e daquilo.Fiz uma proposta ao Ballin, propus a ele e ao Ibanor, que não aceitassem doar cargos em troca de maioria na câmara, mas que fizesse justamente o contrário, cada projeto de real interesse da população, fizesse plenárias,discutisse com o povo, mostrasse as vantagens, e depois convidava a todos participarem das reuniões na câmara.Quem fiscalizaria os vereadores seríamos nós, que os elegemos, e se começassem com palhaçadas, com marolas, e com muita lenga- lenga, seriam vaiados até calarem a boca. Isto é democrático, não tem segurança, não tem brigadiano, não tem polícia civil, nem muito menos advogado que proíba.
Mas não, preferimos mais uma vez, o ranchinho, o terreninho, a cadeira de rodas as muletas, a consulta. Em troca doamos um cheque em branco, com direito a salários e mordomias por mais quatro anos.
terça-feira, 5 de maio de 2009
Minha voz 18
A Minha Voz. 18
Jaí Antonio Strapazzon .
Pérolas.
Assistindo hoje ao jornal do almoço,tomei conhecimento dos atos de selvageria cometido por dois VAGABUNDOS, travestidos de policiais militares, que num ato de abordagem de rotina,tomaram em suas mãos a lei,e deram um verdadeiro schow de má educação e despreparo. Vejam bem, estamos falando e agentes da lei e da ordem, estamos falando em SEGURANÇA PÚBLICA.
Irônico, pra não dizer debochado, o comandante do pelotão a que pertencem os “brigadianos” declarou que se fosse levado ao conhecimento da ouvidoria, seriam tomadas as devidas providencias. Oba, como é que é? Quer dizer que se os agredidos não apresentarem queixa, fica tudo por isso mesmo? Não mesmo caro comandante, o Sr. Viu as cenas, o Sr. Viu a viatura, o Sr. Assistiu as agressões, cabe ao comandante, face todas aquelas cenas de provalecimento, tomar uma atitude. Depois ficamos todos fazendo passeatas, faixas, cartazes pedindo paz. Tudo perda de tempo, tudo papo furado. Há muito tempo se sabe que as polícias tem em seus quadros verdadeiros bandidos, e o pior agem armados, fardados e sobo manto da proteção da lei.
A resposta, do comandante lembrou-me outro episódio, desta vez ocorrido aqui em Sapucaia, dizendo respeito a Brigada Militar. Numa determinada residência, aqui no centro, estava acontecendo uma festa de aniversário,a madrugada chegou, o álcool subiu as cabeças, o volume foi ao extremo, garrafas eram atiradas no meio da rua e quebradas,bêbados dançavam e diziam toda a sorte de palavrões, isto já era três horas da manhã.A pessoa ligou para o 190, vinte minutos e..nada. Tentou mais duas vezes, nada. Enquanto isto a farra e a beberragem continua. Tenta mais uma vez, agora, uma voz sonolenta, gaguejando responde . A pessoa fala o que está acontecendo, e aproxima o telefone da janela para que o atendente ouça o barulho, ele concorda que não é nada normal.
Então é solicitado que seja enviado uma viatura para verificar a situação, afinal é perturbação do sossego, bebedeira, algazarra então o cidadão me sai com esta pérola:Nós não atendemos este tipo de ocorrência, Sr, a menos que o Sr. queira abrir um processo no fórum, daí nos vamos ai e notificamos o dono da festa. Vejam bem a que ponto chegou, agora a policia não intervém mesmo que concorde, com algo que não está correto, então vamos reclamar pra quem? Diante da resposta o cidadão disse que iria pegar uma arma e dispersar a turma a tiros, ele respondeu: O Sr. Sabe o que lhe acontecerá, num instante estaremos ai.
Claro, num instante estaria na frente do portão, o POE, O GOE, O GATE, o BOPE enfim toda esta parafernalha da Brigada, mas daí teriam um referencial, seria um cidadão, que de saco cheio,com sono, querendo ter sossego, ousou acordar um dorminhoco, e pedir ajuda. Presa fácil. Daí, talvez acontecesse com este cidadão aquilo que aconteceu naquela ronda em Porto Alegre.Rio Grande INSEGURANÇA TOTAL.
Jaí Antonio Strapazzon .
Pérolas.
Assistindo hoje ao jornal do almoço,tomei conhecimento dos atos de selvageria cometido por dois VAGABUNDOS, travestidos de policiais militares, que num ato de abordagem de rotina,tomaram em suas mãos a lei,e deram um verdadeiro schow de má educação e despreparo. Vejam bem, estamos falando e agentes da lei e da ordem, estamos falando em SEGURANÇA PÚBLICA.
Irônico, pra não dizer debochado, o comandante do pelotão a que pertencem os “brigadianos” declarou que se fosse levado ao conhecimento da ouvidoria, seriam tomadas as devidas providencias. Oba, como é que é? Quer dizer que se os agredidos não apresentarem queixa, fica tudo por isso mesmo? Não mesmo caro comandante, o Sr. Viu as cenas, o Sr. Viu a viatura, o Sr. Assistiu as agressões, cabe ao comandante, face todas aquelas cenas de provalecimento, tomar uma atitude. Depois ficamos todos fazendo passeatas, faixas, cartazes pedindo paz. Tudo perda de tempo, tudo papo furado. Há muito tempo se sabe que as polícias tem em seus quadros verdadeiros bandidos, e o pior agem armados, fardados e sobo manto da proteção da lei.
A resposta, do comandante lembrou-me outro episódio, desta vez ocorrido aqui em Sapucaia, dizendo respeito a Brigada Militar. Numa determinada residência, aqui no centro, estava acontecendo uma festa de aniversário,a madrugada chegou, o álcool subiu as cabeças, o volume foi ao extremo, garrafas eram atiradas no meio da rua e quebradas,bêbados dançavam e diziam toda a sorte de palavrões, isto já era três horas da manhã.A pessoa ligou para o 190, vinte minutos e..nada. Tentou mais duas vezes, nada. Enquanto isto a farra e a beberragem continua. Tenta mais uma vez, agora, uma voz sonolenta, gaguejando responde . A pessoa fala o que está acontecendo, e aproxima o telefone da janela para que o atendente ouça o barulho, ele concorda que não é nada normal.
Então é solicitado que seja enviado uma viatura para verificar a situação, afinal é perturbação do sossego, bebedeira, algazarra então o cidadão me sai com esta pérola:Nós não atendemos este tipo de ocorrência, Sr, a menos que o Sr. queira abrir um processo no fórum, daí nos vamos ai e notificamos o dono da festa. Vejam bem a que ponto chegou, agora a policia não intervém mesmo que concorde, com algo que não está correto, então vamos reclamar pra quem? Diante da resposta o cidadão disse que iria pegar uma arma e dispersar a turma a tiros, ele respondeu: O Sr. Sabe o que lhe acontecerá, num instante estaremos ai.
Claro, num instante estaria na frente do portão, o POE, O GOE, O GATE, o BOPE enfim toda esta parafernalha da Brigada, mas daí teriam um referencial, seria um cidadão, que de saco cheio,com sono, querendo ter sossego, ousou acordar um dorminhoco, e pedir ajuda. Presa fácil. Daí, talvez acontecesse com este cidadão aquilo que aconteceu naquela ronda em Porto Alegre.Rio Grande INSEGURANÇA TOTAL.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Minha Voz 17
A bomba da hora.
Quando criaram o novo código brasileiro de transito, eu, fui um dos mais ferrenhos críticos, porque sempre tive pra mim que o tal código não passa de uma falcatrua sem pés nem cabeça. Aliás, eu continuo pensando da mesma maneira. Depois dele, e sempre no rastro das malandragens que este tal código puxou, vieram os CFCs, as vistorias, as multas.
Mas os mortos no transito que eram para sumir, continuaram aumentando. Mas, lendo o jornal VS, desta terça feira, 28/04 em sua página 08, dou de cara com mais uma pérola de noticia: Alterado o local para vistoria de transporte. Ou seja, aquilo que antes era feito aqui na cidade agora passa para Novo Hamburgo, porque segundo o Sr. João Huppes trata-se de uma “revisão mais severa” com certeza semelhante aquela que é feita para licenciar um veículo do tipo: - Levante o capô – ligue os faróis, luz alta, luz baixa – pisca do lado direito –pisca do lado esquerdo –pisa no freio – OK.
Esta é a “vistoria oficial” que lhe dá a garantia de que tudo está normal e de acordo com lei. Mas, segundo o ilustre secretario aqui em Sapucaia não tem mecânico com tarimba suficiente para fazer este serviço. Só em Novo Hamburgo. Ora senhor secretário, não se apegue muito em orientações oficiais, por que às vezes estas são mais fajutas do que muitas feitas por mecânicos caseiros. É simples, cadastrem os mecânicos das Obras junto ao órgão oficial de Transito do Município (afinal são mais de vinte e cinco funcionários para cinco guardas).
Exigir, que motoristas de Sapucaia se dirijam a Novo Hamburgo para fazer “vistorias “ no mínimo é falta de competência, o Sr. Não acha? Vamos lá e se for o caso a gente bota o dedo no nariz destes entendidos de meia tigela, e mostra que apesar de todas as mudanças Técnicas que fizeram,( hoje uma carteira de habilitação tem que ser parcelada), as mortes continuam, os roubos continuam, as estradas esburacadas continuam, e o contribuinte fica com cara de bobo, mantendo uma estrutura cara, pesas, com multas, impostos e taxas, sem direito de reclamar.
Vamos facilitar a vida do nosso povo,vamos dar emprego para quem é de Sapucaia do Sul, vamos acabar com o clientelismo, enfim, Vamos (nos todos) ter vergonha na cara.
Quando criaram o novo código brasileiro de transito, eu, fui um dos mais ferrenhos críticos, porque sempre tive pra mim que o tal código não passa de uma falcatrua sem pés nem cabeça. Aliás, eu continuo pensando da mesma maneira. Depois dele, e sempre no rastro das malandragens que este tal código puxou, vieram os CFCs, as vistorias, as multas.
Mas os mortos no transito que eram para sumir, continuaram aumentando. Mas, lendo o jornal VS, desta terça feira, 28/04 em sua página 08, dou de cara com mais uma pérola de noticia: Alterado o local para vistoria de transporte. Ou seja, aquilo que antes era feito aqui na cidade agora passa para Novo Hamburgo, porque segundo o Sr. João Huppes trata-se de uma “revisão mais severa” com certeza semelhante aquela que é feita para licenciar um veículo do tipo: - Levante o capô – ligue os faróis, luz alta, luz baixa – pisca do lado direito –pisca do lado esquerdo –pisa no freio – OK.
Esta é a “vistoria oficial” que lhe dá a garantia de que tudo está normal e de acordo com lei. Mas, segundo o ilustre secretario aqui em Sapucaia não tem mecânico com tarimba suficiente para fazer este serviço. Só em Novo Hamburgo. Ora senhor secretário, não se apegue muito em orientações oficiais, por que às vezes estas são mais fajutas do que muitas feitas por mecânicos caseiros. É simples, cadastrem os mecânicos das Obras junto ao órgão oficial de Transito do Município (afinal são mais de vinte e cinco funcionários para cinco guardas).
Exigir, que motoristas de Sapucaia se dirijam a Novo Hamburgo para fazer “vistorias “ no mínimo é falta de competência, o Sr. Não acha? Vamos lá e se for o caso a gente bota o dedo no nariz destes entendidos de meia tigela, e mostra que apesar de todas as mudanças Técnicas que fizeram,( hoje uma carteira de habilitação tem que ser parcelada), as mortes continuam, os roubos continuam, as estradas esburacadas continuam, e o contribuinte fica com cara de bobo, mantendo uma estrutura cara, pesas, com multas, impostos e taxas, sem direito de reclamar.
Vamos facilitar a vida do nosso povo,vamos dar emprego para quem é de Sapucaia do Sul, vamos acabar com o clientelismo, enfim, Vamos (nos todos) ter vergonha na cara.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Bastidores
A Minha Voz. 16
Jaí Antonio Strapazzon .
Bastidores
Casualmente, buscando notícias pela internet como, aliás, faço todas as tardes, me deparei com o novo site da Prefeitura Municipal de Sapucaia do Sul, e, repassei secretaria por secretaria, só para conferir os novos inquilinos da gaiola de ouro. Entre sobressaltos e incredulidade me deparei com figuras conhecidas, alguns personagens de minha infância, outros nem tão íntimos assim, mas o que mais chamou a atenção foram algumas figuras da gestão anterior, ocupando cargos como secretários, diretores, adjuntos (por mim considerados fantasmas) inclusive gente que desfilou em frente a minha casa, com a bandeira do criador de cavalos, é bem verdade que estavam com a cara no chão, mas firmes agüentando a chuva e o vento, em pleno temporal.
E ai, então comecei a lembrar das reuniões, dos primeiros contatos, das primeiras discussões envolvendo uma possível aliança com o PT buscando compor uma frente de esquerda para derrubar o MM. Poucos acreditavam nesta realidade. Inclusive gente dentro do meu partido (eu não saí,e nem pretendo sair do PDT) que tascavam todos os tipos de empecilhos, tentando compor candidatura própria. Aos poucos foram se acomodando, e tomando consciência de que só a união poderia dar resultado. Alguns partidos começaram a participar, primeiro pedindo cargos (vejam que eram reuniões preparatórias) depois querendo impor regras.Outros mais ficavam mandando recados,agendando reuniões aqui e ali (sempre com jantas e churrascadas), mas não abriam o jogo. Ficavam numa espécie de espreita, coisa do tipo: Vamos ver quem dá mais, sabem?
Desempenhei vários papeis, nesta tragicomédia, desde advogado do diabo até bombeiro passando por presidente substituto e até ajudar na confecção do plano de governo ( junto com o Sr. Luciano, a Srª. Bernadete o Sr. Rafael Muller) meu último papel foi finalmente fazer a prestação de contas dos candidatos e dos Comitês eleitorais (PDT e PRTB) e ainda dar assessoramento ao Sr. Getúlio Amandio do PPS. Os outros partidos não sei, mas, de minha parte não cobrei um centavo pelo trabalho realizado e todos os candidatos sabem o quanto de complicação, com uma legislação chata, exigências as mais absurdas do TRE, e muita responsabilidade.
Em troca não pedi nada, nem cargo ,e nem muito menos favor a nenhum candidato. Tenho certeza de que desde o início fui útil ao meu partido, honesto e coerente. Mas, nem todos foram assim. Agora ao passar os olhos pelas diversas secretarias, dou de cara com nomes que causam nojo, decepção, indignação. Assim como tantos outros que trabalharam, que suaram que contribuíram inclusive com dinheiro, e que vem cobrar de mim o que está acontecendo. Porque estas caras estão lá todas sorridentes? Gente que eu nunca vi numa reunião, gente que só apareceu depois de escrutinados os votos dando a vitoria ao Ballin? Gente que só assinou ficha de filiado depois do cargo garantido. Gente sem as mínimas condições de desempenhar o cargo ao qual foi guindado Antipetistas de carteirinha, agora são diretores, secretários, adjuntos, os cambaus.
... continua no próximo nº.
Jaí Antonio Strapazzon .
Bastidores
Casualmente, buscando notícias pela internet como, aliás, faço todas as tardes, me deparei com o novo site da Prefeitura Municipal de Sapucaia do Sul, e, repassei secretaria por secretaria, só para conferir os novos inquilinos da gaiola de ouro. Entre sobressaltos e incredulidade me deparei com figuras conhecidas, alguns personagens de minha infância, outros nem tão íntimos assim, mas o que mais chamou a atenção foram algumas figuras da gestão anterior, ocupando cargos como secretários, diretores, adjuntos (por mim considerados fantasmas) inclusive gente que desfilou em frente a minha casa, com a bandeira do criador de cavalos, é bem verdade que estavam com a cara no chão, mas firmes agüentando a chuva e o vento, em pleno temporal.
E ai, então comecei a lembrar das reuniões, dos primeiros contatos, das primeiras discussões envolvendo uma possível aliança com o PT buscando compor uma frente de esquerda para derrubar o MM. Poucos acreditavam nesta realidade. Inclusive gente dentro do meu partido (eu não saí,e nem pretendo sair do PDT) que tascavam todos os tipos de empecilhos, tentando compor candidatura própria. Aos poucos foram se acomodando, e tomando consciência de que só a união poderia dar resultado. Alguns partidos começaram a participar, primeiro pedindo cargos (vejam que eram reuniões preparatórias) depois querendo impor regras.Outros mais ficavam mandando recados,agendando reuniões aqui e ali (sempre com jantas e churrascadas), mas não abriam o jogo. Ficavam numa espécie de espreita, coisa do tipo: Vamos ver quem dá mais, sabem?
Desempenhei vários papeis, nesta tragicomédia, desde advogado do diabo até bombeiro passando por presidente substituto e até ajudar na confecção do plano de governo ( junto com o Sr. Luciano, a Srª. Bernadete o Sr. Rafael Muller) meu último papel foi finalmente fazer a prestação de contas dos candidatos e dos Comitês eleitorais (PDT e PRTB) e ainda dar assessoramento ao Sr. Getúlio Amandio do PPS. Os outros partidos não sei, mas, de minha parte não cobrei um centavo pelo trabalho realizado e todos os candidatos sabem o quanto de complicação, com uma legislação chata, exigências as mais absurdas do TRE, e muita responsabilidade.
Em troca não pedi nada, nem cargo ,e nem muito menos favor a nenhum candidato. Tenho certeza de que desde o início fui útil ao meu partido, honesto e coerente. Mas, nem todos foram assim. Agora ao passar os olhos pelas diversas secretarias, dou de cara com nomes que causam nojo, decepção, indignação. Assim como tantos outros que trabalharam, que suaram que contribuíram inclusive com dinheiro, e que vem cobrar de mim o que está acontecendo. Porque estas caras estão lá todas sorridentes? Gente que eu nunca vi numa reunião, gente que só apareceu depois de escrutinados os votos dando a vitoria ao Ballin? Gente que só assinou ficha de filiado depois do cargo garantido. Gente sem as mínimas condições de desempenhar o cargo ao qual foi guindado Antipetistas de carteirinha, agora são diretores, secretários, adjuntos, os cambaus.
... continua no próximo nº.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Briga de cachorro grande
Pois é, eu pensei que fosse só a gente que tinha desentendimentos, brigava e se desentendia. Mas não, os grandes também se desentendem, e bota grande nisto. Na briga dos dois ministros do STF, prefiro ficar ao lado do ministro Joaquim Barbosa, não gosto do Sr. Gilmar Mendes, acho que ele de fato parece estar melhor quando sob as luzes dos holofotes da mídia.
Aliás, que me desculpem todas estas ditas autoridades. Desde pequeno fui educado acreditando que “Dr.” Era um ser dotado de um saber único capaz de explicar o inexplicável, aplicar a lei com sabedoria, enfim, fazendo jus aquela velha retórica popular que nos diz que a justiça é cega. Isto em relação aos doutores em leis. Já em relação aos verdadeiros doutores, aqueles que cuidam da nossa saúde física, mental,psicológica, enfim, também eram como se fossem enviados dos deuses com o poder de curar nossas enfermidades, cicatrizar nossas feridas acalmar nossas dores físicas.
Qual o quê, não era nada disto, os doutores, os técnicos, os especialistas, os ditos entendidos, são pessoas normais, como nós, como você, com virtudes e defeitos, e muitas vezes com mais defeitos do que possamos imaginar. Meu castelo de sonhos desmoronou quando comecei a entender melhor a vida de tantas personalidades tidas como santos e que na verdade não passavam de calhordas disfarçados. Na verdade sempre existiram estes tipos, mas por uma questão de ética (ente eles) tudo era devidamente escondido. Quantos personagens da nossa historia foram na realidade grandes farsantes, mentirosos, hipócritas, usurpadores, cafetinos, ladrões, e a gente só ficou sabendo disto tudo depois de muitos anos muitas pesquisas.
No entanto, quanto puxão de orelha, quantas linhas de castigo, quantas palmadas foram dadas nos incautos que ousaram duvidar da integridade destes “heróis”. O homem não muda, não é uma toga, não é um diploma, não são belas palavras que definem quão grande um homem é. São na verdade seus ideais, sua postura frente aos problemas do mundo e do seu semelhante. Depois que tomei conhecimento dos Lalaus, dos juízes vendedores de sentenças, depois de ouvir, e ver tantas obras desmoronar porque seus engenheiros, técnicos, foram relapsos e deram mais valor ao dinheiro do que a vida do ser humano, depois de conhecer tantos escândalos envolvendo médicos, que jogam com a vida humana como se fossem os donos do destino.
Os fatos acontecidos no STF nos envergonham nos humilham, no fazem conhecer melhor os homens que acreditávamos, serem os mais educados e sábios do país, afinal, em suas mãos se depositam a confiança milhares de pessoas, que aguardam pelas sentenças, sentenças estas que devem brotar de saberes jurídicos e conhecimentos acumulados por anos de estudo e reflexão. Mas o que pensar quando ouvimos da boca de um ministro “Eu digo o mesmo. Vossa Exelência não está falando com seus capangas do Mato Grosso ministro Gilmar”. No mínimo estas palavras nos remetem a uma profunda e séria reflexão, quem seriam, ou o que fariam os “capangas do Mato Grosso”. Por analogia, fica-se a pensar: Se na mais alta corte da justiça brasileira, acontece este tipo de coisas,imagina você o que de fato estará acontecendo nos outros poderes estaduais, e municipais, alem daquilo que vem a tona que por sinal é de uma falta de vergonha do tamanho de uma manada de elefantes.
Aliás, que me desculpem todas estas ditas autoridades. Desde pequeno fui educado acreditando que “Dr.” Era um ser dotado de um saber único capaz de explicar o inexplicável, aplicar a lei com sabedoria, enfim, fazendo jus aquela velha retórica popular que nos diz que a justiça é cega. Isto em relação aos doutores em leis. Já em relação aos verdadeiros doutores, aqueles que cuidam da nossa saúde física, mental,psicológica, enfim, também eram como se fossem enviados dos deuses com o poder de curar nossas enfermidades, cicatrizar nossas feridas acalmar nossas dores físicas.
Qual o quê, não era nada disto, os doutores, os técnicos, os especialistas, os ditos entendidos, são pessoas normais, como nós, como você, com virtudes e defeitos, e muitas vezes com mais defeitos do que possamos imaginar. Meu castelo de sonhos desmoronou quando comecei a entender melhor a vida de tantas personalidades tidas como santos e que na verdade não passavam de calhordas disfarçados. Na verdade sempre existiram estes tipos, mas por uma questão de ética (ente eles) tudo era devidamente escondido. Quantos personagens da nossa historia foram na realidade grandes farsantes, mentirosos, hipócritas, usurpadores, cafetinos, ladrões, e a gente só ficou sabendo disto tudo depois de muitos anos muitas pesquisas.
No entanto, quanto puxão de orelha, quantas linhas de castigo, quantas palmadas foram dadas nos incautos que ousaram duvidar da integridade destes “heróis”. O homem não muda, não é uma toga, não é um diploma, não são belas palavras que definem quão grande um homem é. São na verdade seus ideais, sua postura frente aos problemas do mundo e do seu semelhante. Depois que tomei conhecimento dos Lalaus, dos juízes vendedores de sentenças, depois de ouvir, e ver tantas obras desmoronar porque seus engenheiros, técnicos, foram relapsos e deram mais valor ao dinheiro do que a vida do ser humano, depois de conhecer tantos escândalos envolvendo médicos, que jogam com a vida humana como se fossem os donos do destino.
Os fatos acontecidos no STF nos envergonham nos humilham, no fazem conhecer melhor os homens que acreditávamos, serem os mais educados e sábios do país, afinal, em suas mãos se depositam a confiança milhares de pessoas, que aguardam pelas sentenças, sentenças estas que devem brotar de saberes jurídicos e conhecimentos acumulados por anos de estudo e reflexão. Mas o que pensar quando ouvimos da boca de um ministro “Eu digo o mesmo. Vossa Exelência não está falando com seus capangas do Mato Grosso ministro Gilmar”. No mínimo estas palavras nos remetem a uma profunda e séria reflexão, quem seriam, ou o que fariam os “capangas do Mato Grosso”. Por analogia, fica-se a pensar: Se na mais alta corte da justiça brasileira, acontece este tipo de coisas,imagina você o que de fato estará acontecendo nos outros poderes estaduais, e municipais, alem daquilo que vem a tona que por sinal é de uma falta de vergonha do tamanho de uma manada de elefantes.
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