quinta-feira, 8 de julho de 2010

Dica importante.
Não leve fé naqueles que se elegem para um cargo e logo,logo tentam pular de galho: Ex: O cara fez de tudo para ser vereador, se elegeu, agora aproveita da facilidade e "tenta ser deputado" não serve porque não tem certeza do que quer. E o pior, se eleito vai dar a vaga a alguém muitas vezes de outra sigla, em quem voce não votou e que vai se tornar vereado na carona do "tal" deputado.Isto se chama atirar voto fora.
Os menos ruíns.

O pleito está logo ali. Os candidatos já afiam seus discursos, no geral todos sabem o que deve ser feito para “melhorar” ainda mais o Brasil. Mesmo que em alguns casos os mesmos que agora prometem, já estão se aposentando no poder, e nada fizeram. Mas, vá lá. Além dos candidatos naturais, gente de Sapucaia que se julga apto para exercer o cargo. Teremos que “aturar” os pedintes da hora, ou seja, aqueles que passam três anos longe daqui, mas que nesta hora aparecem sorridentes, a tiracolo do cabo eleitoral, a quem já prometeram alguma coisa. Conforme ouvi, no meu partido o PDT, alguns já tomaram partido por candidatos de outras regiões, até por uma questão de “troca de favores”, ou seja, me ajuda agora que te ajudo depois. Muito cuidado, nestes casos não é o melhor candidato para você, e sim para o cabo eleitoral, pois no fundo estará puxando o saco de alguém com vistas no futuro, estes não nos servem. Depois de eleitos vão brigar por suas regiões, não por Sapucaia. Os candidatos “natos” são fraquíssimos, tem desde aquele que é vovô na política, passando pelos estreantes que apenas querem aparecer na mídia um pouquinho para “testar” a popularidade, e outros que passaram o tempo todo criticando, ameaçando, tipo o eterno candidato a alguma coisa, para terminar com aquele que já foi deputado, e agora quer voltar. Em qualquer dos casos é jogar o voto no lixo. Deputado federal, então sem comentários, só tem bucha. Claro, vão aparece aqueles que votaram verbas, trouxeram, isto, buscaram aquilo, mas não leve a sério, esta é a função deles, não fizeram nada mais do que a sua obrigação.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

A importância do voto


Democracia pressupõe soberania popular, ou seja, o povo é soberano a ele é dado o poder de participar das atividades que ordenam todos os princípios sociais através dos seus representantes legitimamente escolhidos. Será verdade? Aparentemente sim, mas, só aparentemente, porque na pratica o poder é exercido pelos políticos, em nome dos políticos e para os políticos.
E porque isto acontece. Desde há muito o povo brasileiro tem sido iludido, nosso voto já não é mais secreto, estamos expostos. A camiseta, a bandeira os adesivos no carro são claras evidencias da direção do nosso voto. Somos convencidos pelos cabos eleitorais a “fazer campanha” por gente que sequer conhecemos tudo na base da amizade, da troca de favores, das promessas do candidato. As eleições se sucedem as caras são as mesmas, as promessas idem, os cabos eleitorais saem de seus cargos públicos, vão as ruas com bandeiras e acabam por granjear votos e confiança, para candidatos muitas das vezes sem nenhum preparo para as funções públicas. A lavagem cerebral a que todos estamos expostos é um verdadeiro crime, as siglas políticas usam de todos os meios, para tentar nos vender seu produto, muitos dos quais sabidamente podres. E nós continuamos a cair no golpe, elegemos, reelegemos, reconduzimos, eles fazem as trapaças, nos engolimos , vem novas eleições e a gente faz tudo de novo. Porque será? Será possível mudar esta situação? Dá para acreditar na mídia? Como detectar o mentiroso? Isto tudo eu conto com exemplos. É só acompanhar
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terça-feira, 6 de julho de 2010

Agora é a hora.

No dia em que se abre oficialmente o período de propaganda politica, reafirmo o meu desejo e determinação de ser fiscal de toda e qualquer atitude menos democratica de algum candidato, mais do que isto, reafirmo o ideal de diuturnamente, trazer como meus textos elementos,ideias e sugestões que ajudem o eleitor a ver realmenta a cara de quem está se oferecendo ao serviço público. Vou colocar, aqui, neste espaço, toda a minha esperiência, meu conhecimento, e principalmente a minha vontade de desmascarar os falsos profetas, os vedilhões de projetos, os mentirosos, os caluniadores, os oportunistas, os paquidermes da vida publica, os esternos parasitas dass verbas públicas.Vai ser uma guerra, onde a sigla é o que menos interessa. Nestas eleições exija competencia,honestidade, ficha "imaculada". Lembre-se: ELES VÃO FICAR QUATRO ANOS MAMANDO,E MUTRETEANDO E VOCE RESPONSAVEL PELAS BESTERIAS QUE ELES FIZEREM, POR ISTO ABRA OS OLHOS. Agora é a hora. Vamos limpar Câmara,a Assembleia, e os Governos.
Eleições 2010, a justiça em nossas mãos.

O grande júri

O Grande Júri.

É chegada a hora do grande júri. E os juízes desta vez seremos todos nós, o povo. Em nossas mãos, estará a sorte de muitos candidatos, alguns sendo julgados pelo seu passado, pelas suas faltas, pelas suas omissões, e outros ainda postulando assumir justamente a vaga daqueles, aos quais entendermos, não merecerem nosso perdão. Desde há muito tempo que almejamos fazer uma faxina geral no que diz respeito aos homens que comandam nossos destinos. Muitas são as querelas a que somos submetidos, no dia a dia, são atos desonestos, corrupção, superfaturamentos, concorrências e licitações ilegais, terceirizações fraudulentas, manipulações em contratos com empreiteiras, apadrinhamentos vergonhosos e descarados. E muito mais coisas que ao invés de resolverem nossos problemas acabam por criar uma descrença, uma desilusão em aceitar a política como sendo uma coisa limpa e saudável. Pois bem, chegou a hora. Já não precisaremos mais delegar a justiça a tarefa de afastar da vida pública aqueles eternos maquiadores da verdade, os falsos profetas, os eternos vendedores de ilusão, os homens que nestas horas sabem e tem soluções para tudo, mas, que passados alguns meses só pensam em si mesmos. É ali, naquele pequeno espaço frente a urna eletrônica que o grande júri dará seu veredicto. E, para que seja realmente um ato democrático se faz necessário que cada brasileiro aja estritamente com a razão. Ali não pode haver a proteção ao amigo, ao namorado, ao medico bonzinho, ao vereador que distribui ranchos, ou ao deputado que deu tapinhas nas costas da vovó doente ou que beijou a criancinha da cara lambuzada. Quem está ali a pedir a nossa confiança é um cidadão que se dispõem a criar leis ,a fiscalizar a distribuição de verbas, a gerenciar os destinos de todo um povo, por isto a nossa obrigação em agir com responsabilidade.Temos reclamado tanto da lentidão da justiça, no julgamento de ações que se referem aos crimes cometidos por políticos, na verdade esta age de acordo com suas limitações, criando exigências, e obrigações que visem punir aqueles que teimam em usar de truques e artifícios para enganá-la. Neste particular, nós poderemos dar uma ajuda inestimável a justiça, não aceitando e rechaçando de uma vez por todas as ofertas da hora, como terreninhos, casas,ranchos, remédios, consultas e até mesmo emprego no serviço público em troca do nosso voto. Quem vem com este tipo de proposta não está sendo honesto. Na verdade estará dando uma pequena amostra de como fará caso seja eleito, benefícios para alguns, em detrimento do sofrimento e das necessidades de outros. Nestes casos, colha provas, denuncie ao Ministério Público. Esperamos tanto por esse momento, agora é a nossa vez, somos os patrões, e só daremos emprego a quem o mereça. Estude o passado, analise o presente e antecipe o futuro. Só assim mudaremos este país.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Procura-se


Procura-se

Procuro alguém, com paciência infinita para cuidar de uma pessoa idosa. Procuro alguém com amor suficiente para retribuir o amor incansável e acolhedor de uma velha senhora. Procuro alguém com disposição para passar noites a fio sem dormir, trocar fraldas, dar banho, remédios, procuro alguém para tomar conta da minha mãe. Procuro alguém para fazer pela minha mãe, tudo aquilo que ela já fez por mim, e que agora por covardia, por egoísmo me recuso a fazer por ela.
Tenho certeza de que se colocasse este anuncio em algum jornal, seria procurado, e obrigado a dar explicações a algum juiz ou quem sabe a delegacia do idoso. No nosso pais, é muito fácil criticar individualmente os atos dos outros, principalmente em relação ao respeito, e as obrigações para com aqueles que já não podem sustentar-se sozinhos, aqueles cujos conhecimentos, e as experiências já ajudaram muitos por longos anos.
Incomoda-nos ver como se alimentam, nos incomoda ver com mastigam, como resmungam como roncam. Como deixam cair restos de alimentos. E nós já fizemos tudo isto, e muito mais. No entanto não fomos largados e jogados as traças, não nos largaram nas mãos de estranhos, muitas vezes estúpidos, impacientes, verdadeiro algozes. No Brasil, hoje os idosos já ultrapassam a cifra dos sessenta milhões e desta parcela mais de setenta por cento em condições subumanas de sobrevivência e, no entanto, não aparece ninguém para mudar esta realidade.
Recentemente, por ocasião da hospitalização de um familiar, fiquei chocado com o atendimento prestado por um hospital aqui da região, o São Camilo de Esteio, num quarto com aproximadamente quarenta metros quadrados, duas janelas (fechadas) oito leitos sobre os quais idosos com os mais diferentes diagnósticos. E ali constatei uma situação até então inusitada para mim, os cuidados de higiene, e alimentação bem como com o controle de equipamentos, sondas, etc. Ficam, muitas das vezes, nas mãos de pessoas estranhas, isto é, pessoas sem as mínimas condições de higiene, sem máscaras, sem luvas, que sequer sejam auxiliares de enfermagem atendendo três, quatro pacientes, fazendo plantões noturnos substituindo familiares que as colocam lá pelas mais estranhas justificativas.
Ora, se existem órgãos responsáveis pelo atendimento e respeito aos idosos porque não fazer uma investida, nestes asilos, hospitais nestas tais casas especializadas em atendimento a terceira idade, acontecem verdadeiros absurdos por conta de entregar nossos velhos nas mãos muitas vezes de oportunistas que visam apenas e tão somente apoderar-se da minguadas pensões e aposentadorias.
Zelar pelos nossos velhos é preservar as experiências, o conhecimento e principalmente as grandes lições de vida que eles nos podem repassar. Eles foram o que somos nos seremos aqueles que eles são.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Cadeirinhas e cadeiradas.

Se alguém ainda não tomou conhecimento, até o final do mês de maio do corrente ano as mortes no transito já superam as cifras dos setecentos. Isto mesmo, setecentas vidas ceifadas de modo cruel e desumano frutos da irresponsabilidade de alguns e do desleixo de muitos. Parece difícil, se não impossível, nossos motoristas se conscientizarem de que a única forma de preservar a própria vida é sendo responsável.
Dar um basta nesta guerra, sanguinária e absurda, não depende de multas, cintos, cadeirinhas, taxas, ou um pedaço de papel dizendo que este ou aquele está habilitado, basta respeitar as leis existentes, sermos educados, e termos em mente que o sofrimento não é para aquele que fica estirado no asfalto ou preso entre as ferragens do carro. Quem sofre são os familiares, mães, pais, irmãos, amigos, esposa, namorada.
Um dado que nos deixa perplexos, é saber que a grande maioria das vítimas fatais estão na faixa etária entre dezoito e vinte e seis anos e o pior,estão alcoolizados. Mas, se por um lado estamos a falar dos deseducados, dos irresponsáveis, dos assassinos do transito temos também o dever de incluir nesta relação, e muito mais do que isto, questionar seus procedimentos são as autoridades, governamentais pelo muito pouco ou quase nada que fazem para coibir esta guerra.
Cada vez que as famosas estatísticas sobem, os nossos técnicos e entendidos, tiram da cartola uma nova idéia revolucionária, foi assim com a lei dos faróis acesos, da famosa caixa de primeiro socorros, do cinto de segurança, do extintor de incêndio, do gancho de reboque. Já escrevi anteriormente que não tem coisa mais ridícula, e imbecil dizer que ter um pedaço de papel timbrado, salve a vida de alguém. Eu posso estar habilitado e não ter carteira, assim como posso ter a carteira e não estar habilitado.
A bola da vez é a famosa cadeirinha, exigência que se tornou lei, porque algum técnico do CONTRAN entendeu que este equipamento pode salvar vidas. A eficiência deste equipamento é discutível, veja-se o exemplo do acidente ocorrido recentemente quando cinco pessoas da mesma família faleceram. Naquele tipo de ocorrência a cadeirinha seria apenas mais um acessório complicador. E o pior de tudo isto é que o criador desta idéia optou por recomendar apenas para carros de passeio, caminhões, vãs e ônibus poderão transportar crianças sem a cadeirinha porque ali não correm perigo, pelo menos é o que acha o este cidadão.
Mas, e o estado das rodovias esburacadas das estradas em petição de miséria, do asfalto “faz de conta” das sinalizações inexistentes? Quem pune esta corja de assassinos? A quem compete cobrar as responsabilidades por tantas mortes? Será que sempre o motorista é o culpado? O estado nada tem a ver com isto?Alguém já pensou em processar o estado? Está na hora.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Estatísticas


Confesso que tenho verdadeira alergia a estatísticas, elas são mentirosas, induzidoras de falsas tendências e podem de acordo com quem as manipula, serem maquiadas, com as mais diferentes formas de enfoques. Costumo orientar-me apenas e tão somente através das notícias veiculadas pelas mais diferentes mídias.
Assim, não me assustam mais as informações sobre assaltos, roubos, mortes, que povoam nossos noticiários. Aprendi a encarar toda esta anarquia social como algo de ruim que deve acontecer, com todos nos. Mais hoje, mais amanhã seremos alvo de algum tipo de violência. O pior de tudo isto é que não existe solução, nem a curto, médio, ou longo prazo. Tampouco depende de verbas, de atitude política, ou de batalhões de policiais nas ruas, pois sempre haverá um ponto a descoberto, e o infausto acontecerá exatamente ali.
Mesmo que fosse possível, colocarmos um PM em cada esquina, ainda assim haveria o perigo, pois a vitima seria ele próprio. Nestas alturas do campeonato muito pouco ou quase nada resolve estar preparado, armado, ou ser campeão de artes marciais. Quem é honesto, acha que todos o são, quem é bandido aproveita o momento, a vantagem da surpresa, e ataca.
A verdade, é que a vida não vale mais nada. Não importa a condição social, a cultura, a idade ou o poder, estamos na mira, todos somos alvos em potencial. A qualquer momento poderemos ser parados, e despojados de nossos pertences, quando não, de nossas próprias vidas. A segurança foi banalizada a ponto de não mais nos causar impacto um corpo estirado na via pública, ou no asfalto de uma rodovia. É apenas mais um. As autoridades até riem quando adentramos a uma repartição para darmos queixa.
O próprio sistema de segurança já instituiu um formulário padronizado, o que muda, é apenas o nome, o endereço, o RG. Os ladrões via de regra, são velhos conhecidos, dos policiais e os objetos também o são celulares, carteiras, bolsas, chaveiros, correntinhas, anéis tudo aquilo que você comprou um dia e pensou que era só seu. É claro, estamos falando dos tais menores de idade, os “pedreiros”, os coitadinhos, aqueles mesmos que apertam o gatilho de uma arma de fogo como qualquer adulto.
Nem mesmo dentro de nossas próprias casas estamos em segurança. Você esta, tranquilamente em sua sala assistindo a um jogo ou jantando com amigos e no minuto seguinte todos os seus eletrodomésticos estarão rumo ao desconhecido. Você, sua família, seus amigos com certeza estarão remoendo ás mágoas e as raivas, trancafiados num banheiro.
E então, volta a rotina, registro de ocorrência, respostas aos policiais, uma folha com o que foi informado, você saindo cabisbaixo e decepcionado e mais uma queixa que vai para a gaveta. Isto fará parte mais tarde da tal estatística.

quinta-feira, 27 de maio de 2010







Por esta ninguém esperava.

Apesar da crise pela qual passa o rubro negro de Sapucaia, nem tudo parece ser motivo de tristeza. Em verdadeiro furo de reportagem, conseguimos entrevistar bem como fotografar a dupla de atacantes que servirão de reforços a equipe.
Segundo colhemos nesta entrevista, o jogador PATO decidiu abandonar de vez a Itália, depois do fiasco de seu casamento com a global Stefany Brito. Para tentar apagar este episódio lamentável ( teria sido guampeado) o jogador resolveu voltar ao futebol varzeano, e escolhido a equipe de Sapucaia para atuar.
Outro que aconselhado pelo craque da Inter de Milão, resolveu mudar de ares foi o atacante revelação do Santos Futebol Clube, GANSO. O motivo, segundo o atacante, teria sido a não convocação por parte do treinador DUNGA da seleção canarinho, para a disputa da copa da África.
Segundo apuramos ainda, ambos deverão ocupar um apartamento bem no centro da cidade, localizado no antigo prédio da câmara municipal.Os treinamentos, a pedido dos próprios jogadores, deverão ser realizados em local afastado do estádio Athur Mesquita Dias para evitar o assédio da imprensa. Cogita-se o aluguel do antigo haras do ex-prefeito Marcelo Machado, ou o sítio de um importante empresário do ramo imobiliário da cidade.
Texto/fotos – Jaí Strapazzon

quarta-feira, 26 de maio de 2010


Ao que parece..

Mesmo com todas as pressões recebidas, de aposentados, pensionistas e idosos de todo o país parece que o presidente Lula, devidamente assessorado por seus ministros da área econômica, não entendeu o recado e insiste em sua tese burra, de vetar o reajuste de 7,07 aprovados pelo congresso.
O governo parece não entender que atualmente somos 60 milhões de idosos neste país, e que, se nos organizássemos de forma correta e consciente poderíamos eleger um presidente, ou no mínimo decidir uma eleição em favor deste ou daquele. Então porque ser tão burro? O pior é que como sempre acontece, nós brasileiros vamos ter que escolher entre os ruins, os menos piores. Em todos os níveis, da presidência aos deputados estaduais.
Acontece que somos milhões, mas com poder de mobilização igual a zero, o que vai dar tudo na mesma. Por isto os governos deitam e rolam, por isto que nos dão esmolas e exigem que lhes beijamos as mãos. Não somos capazes aqui em Sapucaia sequer de organizar um grupo para analisar, discutir, debater, os problemas de nosso interesse.
Porém, os bailões da terceira idade, estão cheios. As aposentadorias e as pensões são insuficientes, mas as mesas estão repletas de garrafas de cerveja. Quando chega o fim do mês, ai vem o choro, vem a crítica, vem o desespero, falta comida, falta remédio, falta consulta médica. Ai correm para os agiotas, comprometem a renda, pagam extravagâncias, e acabam enchendo a cara. Enquanto mantivermos este tipo de atitude, o governo nos dará aquilo que acha melhor,e nos, vergonhosa e humildemente agradeceremos.