TRAPALHADAS
*Jaí Strapazzon
Se, confirmadas as declarações feitas pelo chefe de gabinete do atual prefeito a uma rádio local, sou de opinião de que todos nos fomos induzidos a um grande erro de julgamento, tanto no que diz respeito às acusações feitas ao homem da merenda, quanto também não o termos reelegido.
De fato, toda esta pantomima que se abateu sobre a nossa cidade, muito mais do que servir de motivo para chacota, expõe a população a uma serie de situações humilhantes que em nada ajudam, muito ao contrário,induzem a denegrir a imagem da pacata e ordeira cidade.
É de se concluir que todas as denuncias, todos os processos, todas aquelas situações envolvendo secretários, enriquecimento de alguns vagabundos que antes não passavam de pés de chinelo, compra de mansões, cavalos de raça, pagamento de diárias para passeios pelas praias, butiques, compra de carros importados, secretários inescrupulosos que metiam a mão nos remédios, sucateamento da saúde, da merenda, desvios de recursos, recebimento de propinas, tudo não passou de um grande mal entendido.
Nada disto existiu, era tudo mentira da oposição, era tudo invenção fantasiosa de meia dúzia de pessoas invejosas que não gostavam do ilustre administrador. Coitado tão injustiçado pela mídia, um homem de brios, casado, pai de família, cumpridor de suas obrigações, foi esmagado pela avalanche de votos, mas, não merecia nada daquilo, o povo este maldito povo acreditou nas mentiras.
Crucificamos a pessoa errada, martirizamos o santo, condenamos o inocente.
Mas, ainda bem que temos a nossa justiça, nossos desembargadores, ainda bem que existem advogados que por uma boa quantia conseguem provar que réus confessos na verdade não passam de vítimas do sistema.
Que bom que podemos contar com uma policia bem remunerada, incorruptível. Como é saudável ouvir os políticos dizerem que corrupção não existe que nepotismo é coisa de gente inteligente. Que maravilha uma cidade poder trocar de prefeito como um prostituta troca de parceiro.
Sou de opinião, depois da volta do Merendão ao executivo, de que todos nós devemos, até por uma questão de lógica e decência prestar uma homenagem em respeito a todas estas trapalhadas da nossa justiça, e como morador de Sapucaia do Sul há mais de cinqüenta e oito anos me permito fazer alguma sugestões: Em primeiro lugar, erigirmos uma estátua do Senhor MM, confeccionada em bronze,tamanho real e afixada a um pedestal de concreto. A sua volta, fundidas em alumínio, os demais integrantes do primeiro escalão. E por derradeiro, fundidas em chumbo a figura de todos os demais pucha sacos como secretários, adjuntos, diretores, diretores adjuntos, enfim. Tudo isto em praça pública, com holofotes estrategicamente colocados para melhor visibilidade a noite.
Em segundo lugar fundir em concreto armado uma grande tartaruga, isto mesmo uma tartaruga com uma venda nos olhos, em homenagem a lerdeza e a morosidade nos tramites processuais da nossa justiça, porque convenhamos, são muitas as perguntas. Alguém sabe dizer quantas ações existem contra todos estes personagens desde a farra das diárias dos vereadores? Em quantas delas houve julgamento? Alguém já devolveu algo disto tudo que foi denunciado?Alguém foi preso, ou teve seus bens penhorados para posterior ressarcimento aos cofres públicos? Talvez seja por tudo isto que nossa juíza tenha declarado que existem coisas que só e Sapucaia do Sul acontecem. E daí, ficamos todos nos com uma vontade louca de gritar: Parem por favor, meus ouvidos não podem ser transformados em latrina.
* Aposentado.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Depoimento
DEPOIMENTO
Tenho dito, e repetido que conheço pessoalmente, a maioria dos personagens políticos desta cidade. De alguns inclusive, sei de fatos pitorescos de suas vidas, até por ter convivido quando estudante. Com o atual administrador o Marcelo, posso dizer que o conheço por ter convivido ,quando por um período de dois anos como CC 1 na administração do Walmir Martins. E reafirmo: Nunca gostei deste cara, nem como vereador, que, aliás, nunca ocupou o cargo, muito menos como secretário nos diversos setores pelos quais passou.
Debochado, petulante, arrogante só se dava bem com aqueles que se dispusessem a paparica-lo, puxando o saco. Já era metido a bobo quando estudante, de engenharia, depois como professor de matemática, no Rubem Dario, onde costumava meter o nariz onde não lhe dizia respeito. Como administrador, então não precisa nem falar. Um cara que a meu ver tinha tudo para fazer uma carreira política, séria, competente, sem deslizes. Deixou-se levar muito fácil pelas mordomias, talvez aconselhado por seus padrinhos políticos influentes, quis subir até a estratosfera pilotando um avião teco teço e acabou dando no que deu.
Ganhou o cargo de administrador municipal, graças a morte de seu protetor, o Walmir Martins, este obrigado a renunciar “por motivos de saúde abalada” para mim verdadeira causa de sua morte foi a pressão sofrida pelo então presidente da Câmara João Luiz Scopel, Marcelo Machado, e Gilberto Alves. Ora Walmir morre, assume então o Scopel, começa uma verdadeira parafernália de mudanças,são secretários assumindo sem ganhar nada, diretores com funções as mais diversas, e colocando a máquina administrativa nas mãos do então candidato Marcelo Machado. A enxurrada de favores políticos, sacolas,consultas,terrenos, e sabe-se lá o que mais, aliados a uma total falta de organização por parte dos partidos que faziam oposição, acabou dando no que deu.
Um cara totalmente despreparado, arrogante e presunçoso, e que mesmo tendo uma vitória apertada não se deu ao luxo de levar em conta que mais de 70% do eleitorado não havia votado nele. Mesmo assim, em menos de um ano de mandato, ficou milionário, de morador de uma velha casa caindo aos pedaços, passou a morar em uma mansão, no lugar do velho carro gol, passou a desfilar de carro importado e blindado com seguranças, no aniversário da então “esposa” outro carro importado, começa a comprar cavalos de raça, um sítio se transforma em haras. Enquanto isto alguns de seus secretários,antes tidos e havidos como pobres diabos da política, mudam de vida, compram carros importados, casa na praia.
Tudo escancarado, tudo na mais pura cara de pau. Depois estoura o escândalo das merendas. Vem a polícia Federal, vasculha arquivos, leva CPUs, um reboliço. Pra complicar, o chefão tido como campeão de votos, secundado por um secretário mais burro do que um jumento. E isto mesmo o Sr. Paulo Borges, fez uma reviravolta na saúde pública, esculhambou com postos, escondeu medicamentos, terceirizou serviços em postos , trocou, mudou, puniu fez o diabo, e por fim obrigou o Sr. Marcelo a incluí-lo como vice , e o pior , mesmo sabendo disto tudo o Marcelo,se obrigou a aceitar( Porque será Heim??????).
Hoje as manchetes nos jornais e na Tv. não poderia ser outra. Todos envolvidos e indiciados pelo MPF por desvios, improbidade, e não sei mais quantos artigos(tenho a cópia do documento). Se depois de tantas investigações, de tantas denuncias, de tanta pouca vergonha, ainda assim os senhores juízes e desembargadores optarem por considerar tudo como fofoca, ou politicagem, então eu NÃO ACREDITO MAIS NA JUSTIÇA, NAS POLÍCIAS CIVIL E MILITAR A ESPERANÇA JÁ ESTÁ ENTERRADA. Agora só falta mais a justiça civil arquivar isto tudo, então meus amigos é melhor cada um se virar como puder, não pagar mais impostos e parar de uma vez por todas de servir de otários.
Tenho dito, e repetido que conheço pessoalmente, a maioria dos personagens políticos desta cidade. De alguns inclusive, sei de fatos pitorescos de suas vidas, até por ter convivido quando estudante. Com o atual administrador o Marcelo, posso dizer que o conheço por ter convivido ,quando por um período de dois anos como CC 1 na administração do Walmir Martins. E reafirmo: Nunca gostei deste cara, nem como vereador, que, aliás, nunca ocupou o cargo, muito menos como secretário nos diversos setores pelos quais passou.
Debochado, petulante, arrogante só se dava bem com aqueles que se dispusessem a paparica-lo, puxando o saco. Já era metido a bobo quando estudante, de engenharia, depois como professor de matemática, no Rubem Dario, onde costumava meter o nariz onde não lhe dizia respeito. Como administrador, então não precisa nem falar. Um cara que a meu ver tinha tudo para fazer uma carreira política, séria, competente, sem deslizes. Deixou-se levar muito fácil pelas mordomias, talvez aconselhado por seus padrinhos políticos influentes, quis subir até a estratosfera pilotando um avião teco teço e acabou dando no que deu.
Ganhou o cargo de administrador municipal, graças a morte de seu protetor, o Walmir Martins, este obrigado a renunciar “por motivos de saúde abalada” para mim verdadeira causa de sua morte foi a pressão sofrida pelo então presidente da Câmara João Luiz Scopel, Marcelo Machado, e Gilberto Alves. Ora Walmir morre, assume então o Scopel, começa uma verdadeira parafernália de mudanças,são secretários assumindo sem ganhar nada, diretores com funções as mais diversas, e colocando a máquina administrativa nas mãos do então candidato Marcelo Machado. A enxurrada de favores políticos, sacolas,consultas,terrenos, e sabe-se lá o que mais, aliados a uma total falta de organização por parte dos partidos que faziam oposição, acabou dando no que deu.
Um cara totalmente despreparado, arrogante e presunçoso, e que mesmo tendo uma vitória apertada não se deu ao luxo de levar em conta que mais de 70% do eleitorado não havia votado nele. Mesmo assim, em menos de um ano de mandato, ficou milionário, de morador de uma velha casa caindo aos pedaços, passou a morar em uma mansão, no lugar do velho carro gol, passou a desfilar de carro importado e blindado com seguranças, no aniversário da então “esposa” outro carro importado, começa a comprar cavalos de raça, um sítio se transforma em haras. Enquanto isto alguns de seus secretários,antes tidos e havidos como pobres diabos da política, mudam de vida, compram carros importados, casa na praia.
Tudo escancarado, tudo na mais pura cara de pau. Depois estoura o escândalo das merendas. Vem a polícia Federal, vasculha arquivos, leva CPUs, um reboliço. Pra complicar, o chefão tido como campeão de votos, secundado por um secretário mais burro do que um jumento. E isto mesmo o Sr. Paulo Borges, fez uma reviravolta na saúde pública, esculhambou com postos, escondeu medicamentos, terceirizou serviços em postos , trocou, mudou, puniu fez o diabo, e por fim obrigou o Sr. Marcelo a incluí-lo como vice , e o pior , mesmo sabendo disto tudo o Marcelo,se obrigou a aceitar( Porque será Heim??????).
Hoje as manchetes nos jornais e na Tv. não poderia ser outra. Todos envolvidos e indiciados pelo MPF por desvios, improbidade, e não sei mais quantos artigos(tenho a cópia do documento). Se depois de tantas investigações, de tantas denuncias, de tanta pouca vergonha, ainda assim os senhores juízes e desembargadores optarem por considerar tudo como fofoca, ou politicagem, então eu NÃO ACREDITO MAIS NA JUSTIÇA, NAS POLÍCIAS CIVIL E MILITAR A ESPERANÇA JÁ ESTÁ ENTERRADA. Agora só falta mais a justiça civil arquivar isto tudo, então meus amigos é melhor cada um se virar como puder, não pagar mais impostos e parar de uma vez por todas de servir de otários.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Condenei um inocente
Condenei um inocente.
* Jaí strapazzom
Meu filho tinha sete anos de idade quando ganhou de sua madrinha, um filhote de cardeal. Comprou-o de um criador cujo passatempo é a reprodução em cativeiro de várias espécies de pássaros. Na sua chegada foi colocado numa gaiola nova, bonita, onde nunca lhe faltou comida, nem água, muito menos um pote com água para o seu tradicional banho.
De começo, pareceu um pouco triste, mas com o passar do tempo, foi se acostumando, com sua nova morada, com as pessoas da casa, e passou a cantar, bem, eu não tenho muita certeza de que aquele som emitido seja lá uma música, um assovio estridente, cheio de marolas enfim é um som bonito, se bem que meio triste.
Todas as manhãs a mesma rotina, trocar as folhas de jornal que forram sua casa, colocar novos alimentos, e trocar a água do banho. Não esquecer de alguns pedaços de frutas, laranja, pepino, radite, folhas de couve, banana, e o tradicional alpiste, com bastante sementes de girassol.
Meu filho, hoje tem vinte e três anos, e o cardeal continua em sua gaiola, e hoje ao executar a mesma rotina de sempre, ao alimenta-lo senti vergonha de mim mesmo, ele é muito manso, e de seu poleiro ficou me olhando com sua soberba crista vermelha, asas pretas, e peito branco, parado, estático como a perguntar, por que afinal está preso?Já se passaram dezesseis anos, e ele continua ali, mesmo com todas as regalias, comida, banho e segurança, mas, preso.
E eu, ali na hora, representava o seu juiz. Fui eu que o sentenciei aquela vida, e por quê? Só pelo fato de querer a sua beleza para o meu filho, então o fato de ser um pássaro exótico, bonito, de um cantar um tanto quanto estranho serviu de motivo para que eu, dito, ser inteligente e possuidor de sentimentos, o trancafiasse numa prisão?Que espécie de juiz é este, afinal não sou o mesmo cara que sempre apregoou que em liberdade qualquer abrigo por mais humilde que seja, é mil vezes melhor do que a mais suntuosa mansão onde sejamos prisioneiros?
Tive vontade de “esquecer” a porta da gaiola aberta e dar-lhe a liberdade, permitir que respirasse sem grades, voasse sobre o arvoredo, experimentasse o calor do sol sobre o seu corpo, cantasse sobre os galhos do frondoso ingazeiro e gritar para que todos os vizinhos ouvissem, que o cardeal agora era livre, que o mesmo juiz imbecil que o privara de sua liberdade havia sido tocado no velho coração safenado e decidira pela sua soltura, muito embora só agora.
Mas, o que será que aconteceria com ele? Não fora preparado para buscar o alimento, não estava preparado para enfrentar as intempéries, os caçadores, os predadores e com certeza não sobreviveria por muito tempo. Neste caso eu não o teria libertado, ao contrário condenado a uma pena mais cruel ainda, a morte.
Que ironia do destino, apenas um olhar triste do Chico (seu nome), me induzira a uma reflexão, que até então não me ocorrera, e esta agora, punha-me num dilema cruciante, liberta-lo e permitir que viva o resto de seus dias, junto a natureza, mesmo com toda a sua falta de treino, ou, esperar para ver qual de nos dois se liberta primeiro de sua prisão, ele de sua gaiola, e eu do peso da culpa de haver condenado um inocente.
*Técnico em segurança
* Jaí strapazzom
Meu filho tinha sete anos de idade quando ganhou de sua madrinha, um filhote de cardeal. Comprou-o de um criador cujo passatempo é a reprodução em cativeiro de várias espécies de pássaros. Na sua chegada foi colocado numa gaiola nova, bonita, onde nunca lhe faltou comida, nem água, muito menos um pote com água para o seu tradicional banho.
De começo, pareceu um pouco triste, mas com o passar do tempo, foi se acostumando, com sua nova morada, com as pessoas da casa, e passou a cantar, bem, eu não tenho muita certeza de que aquele som emitido seja lá uma música, um assovio estridente, cheio de marolas enfim é um som bonito, se bem que meio triste.
Todas as manhãs a mesma rotina, trocar as folhas de jornal que forram sua casa, colocar novos alimentos, e trocar a água do banho. Não esquecer de alguns pedaços de frutas, laranja, pepino, radite, folhas de couve, banana, e o tradicional alpiste, com bastante sementes de girassol.
Meu filho, hoje tem vinte e três anos, e o cardeal continua em sua gaiola, e hoje ao executar a mesma rotina de sempre, ao alimenta-lo senti vergonha de mim mesmo, ele é muito manso, e de seu poleiro ficou me olhando com sua soberba crista vermelha, asas pretas, e peito branco, parado, estático como a perguntar, por que afinal está preso?Já se passaram dezesseis anos, e ele continua ali, mesmo com todas as regalias, comida, banho e segurança, mas, preso.
E eu, ali na hora, representava o seu juiz. Fui eu que o sentenciei aquela vida, e por quê? Só pelo fato de querer a sua beleza para o meu filho, então o fato de ser um pássaro exótico, bonito, de um cantar um tanto quanto estranho serviu de motivo para que eu, dito, ser inteligente e possuidor de sentimentos, o trancafiasse numa prisão?Que espécie de juiz é este, afinal não sou o mesmo cara que sempre apregoou que em liberdade qualquer abrigo por mais humilde que seja, é mil vezes melhor do que a mais suntuosa mansão onde sejamos prisioneiros?
Tive vontade de “esquecer” a porta da gaiola aberta e dar-lhe a liberdade, permitir que respirasse sem grades, voasse sobre o arvoredo, experimentasse o calor do sol sobre o seu corpo, cantasse sobre os galhos do frondoso ingazeiro e gritar para que todos os vizinhos ouvissem, que o cardeal agora era livre, que o mesmo juiz imbecil que o privara de sua liberdade havia sido tocado no velho coração safenado e decidira pela sua soltura, muito embora só agora.
Mas, o que será que aconteceria com ele? Não fora preparado para buscar o alimento, não estava preparado para enfrentar as intempéries, os caçadores, os predadores e com certeza não sobreviveria por muito tempo. Neste caso eu não o teria libertado, ao contrário condenado a uma pena mais cruel ainda, a morte.
Que ironia do destino, apenas um olhar triste do Chico (seu nome), me induzira a uma reflexão, que até então não me ocorrera, e esta agora, punha-me num dilema cruciante, liberta-lo e permitir que viva o resto de seus dias, junto a natureza, mesmo com toda a sua falta de treino, ou, esperar para ver qual de nos dois se liberta primeiro de sua prisão, ele de sua gaiola, e eu do peso da culpa de haver condenado um inocente.
*Técnico em segurança
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
A CADEIRA GRUDOU
A cadeira grudou na BUNDA do Prefeito
O que será que está acontecendo com o honorável cidadão criador de cavalos e sua troupe? Que mistérios inconfessáveis estarão ocultos por detrás desta demora tão grande em abrir as portas para a equipe de transição? Como será que estão as contas da Prefeitura? E os pagamentos dos empenhos? Soube de fonte segura que os pagamentos só estão sendo autorizados para quem foi, ou ainda é amigo do “esquisito”.
Engraçado, lembro de um carro de som que passava pela frente da minha casa quase de hora em hora apregoando as qualidades de chefe de família, de papai, de marido, de engenheiro, e não sei quantas bobagens mais. Daí, chegam as noticias mais cabeludas que se sabe, e não podem ser reveladas aqui, dos desaforos, dos insultos, das palhaçadas que este besta diz para os funcionários,inclusive mandando os antigos pucha saco buscarem os direitos na justiça.
Quanta diferença heim? Seu administrador de merda, você e seus comandados achavam que estavam tratando com um bando de idiotas, não é mesmo? Seria três votos por Um lembram idiotas? Só que foi o contrário e agora se dão o direito de complicar, a transição. Daí eu pergunto: Será que alguém ainda acredita neste pulha? Será que fora os eternos pucha saco alguém ainda aposta as fichas neste criador de cavalos de araque.
O famoso PMDB, que sempre foi mais do que um partido, foi o eterno parasita, agora amarga uma derrota, junto com mais alguns interesseiros, e o que é pior, não existe liderança hoje dentro desta sigla que faça medo nem aos cachorros da rua. Foram transformados em farinha, e tem coisa pior por vir, se existe realmente justiça, haverão de devolver centavo por centavo do que faltar nos cofres públicos.
Uma seleção de dar inveja tinha de tudo concorrendo para vereador pela situação, valia tudo, mas TUDO mesmo. E no fim até os BONS de voto saíram pela tangencia. Os grandes trunfos do General fizeram uma campanha idiota. Tentaram enganar a população, inclusive com o vice – Gilberto Alves – com uma gravação garantindo a eleição do PABLITO, quando sabia que era impossível. Gastaram, mentiram, ficaram milionários, e levaram uma bofetada na cara.Agora, e desocupar a cadeira, procurar emprego e..aguardar a cavalaria.
O que será que está acontecendo com o honorável cidadão criador de cavalos e sua troupe? Que mistérios inconfessáveis estarão ocultos por detrás desta demora tão grande em abrir as portas para a equipe de transição? Como será que estão as contas da Prefeitura? E os pagamentos dos empenhos? Soube de fonte segura que os pagamentos só estão sendo autorizados para quem foi, ou ainda é amigo do “esquisito”.
Engraçado, lembro de um carro de som que passava pela frente da minha casa quase de hora em hora apregoando as qualidades de chefe de família, de papai, de marido, de engenheiro, e não sei quantas bobagens mais. Daí, chegam as noticias mais cabeludas que se sabe, e não podem ser reveladas aqui, dos desaforos, dos insultos, das palhaçadas que este besta diz para os funcionários,inclusive mandando os antigos pucha saco buscarem os direitos na justiça.
Quanta diferença heim? Seu administrador de merda, você e seus comandados achavam que estavam tratando com um bando de idiotas, não é mesmo? Seria três votos por Um lembram idiotas? Só que foi o contrário e agora se dão o direito de complicar, a transição. Daí eu pergunto: Será que alguém ainda acredita neste pulha? Será que fora os eternos pucha saco alguém ainda aposta as fichas neste criador de cavalos de araque.
O famoso PMDB, que sempre foi mais do que um partido, foi o eterno parasita, agora amarga uma derrota, junto com mais alguns interesseiros, e o que é pior, não existe liderança hoje dentro desta sigla que faça medo nem aos cachorros da rua. Foram transformados em farinha, e tem coisa pior por vir, se existe realmente justiça, haverão de devolver centavo por centavo do que faltar nos cofres públicos.
Uma seleção de dar inveja tinha de tudo concorrendo para vereador pela situação, valia tudo, mas TUDO mesmo. E no fim até os BONS de voto saíram pela tangencia. Os grandes trunfos do General fizeram uma campanha idiota. Tentaram enganar a população, inclusive com o vice – Gilberto Alves – com uma gravação garantindo a eleição do PABLITO, quando sabia que era impossível. Gastaram, mentiram, ficaram milionários, e levaram uma bofetada na cara.Agora, e desocupar a cadeira, procurar emprego e..aguardar a cavalaria.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
As Investidas
As Investidas
*Jaí Strapazzon
Para quem pensa que a eleição acabou eu posso afirmar que estão redondamente enganados. Pelo contrário, creio que agora é que começaram as verdadeiras dores de cabeça para os novos eleitos. Querem ver só? Começa que o tal engenheiro trapalhão, ainda não caiu a ficha, que perdeu a eleição, e que tem que entregar o trono para o seu sucessor. Tem que ter alguém, quem sabe o tal de Presser, que o leve para um cantinho sossegado e conte a ele o que aconteceu. Como vai fazer isto não sei, mas, que se virem.
Afinal mamaram na mesma vaca por tanto tempo, devem ter alguma afinidade. O meu receio é de que com toda esta demora, ganhem tempo, para dar uma geral no sentido de maquiar a cara da noiva, por que pelo que se sabe ela está com uma péssima aparência. Pelo menos é o que nos informam os correspondentes, aliados. Por falar em aliados é impressionante o número de colaboradores que agora se dispõe a prestar informações privilegiadas. Prestem muita atenção nesta historia que ouvi de um amigo (policial civil) dos tempos da faculdade: Dizia ele: “Quando a gente sabe que vai haver transferência de colegas para o posto onde a gente está, é comum fazer o seguinte: Trocamos todas as pastas dos arquivos, se estão em ordem alfabética, invertemos tudo, trocamos papeis de lugar, arquivamos correspondências em diversas pastas, quer dizer, o cara no primeiro dia já pede pra correr, não agüenta a desordem, e, de lambuja fica com a culpa.
Aviso, qualquer semelhança pode ser mera coincidência.
Mas, continuando com as agruras dos novos eleitos, eles agora tem que enfrentar o assédio dos incansáveis caça-cargos. Nunca os telefones celulares tocaram tanto, e não é só dos dirigentes dos partidos que efetivamente fizeram parte da coligação, não, tem partido que entrou quase no final que já se considera dono de não sei quantas secretarias, outro que não fez parte da coligação, mas, no final decidiu-se pelo apoio, também já se movimenta no sentido de buscar secretarias.
Uma coisa que talvez esteja sendo esquecida, e que ao meu ver é fundamental, é saber se estes candidatos a cargos, tem condições técnicas e idoneidade moral para ocupar algum cargo. Repito, nos optamos por mudanças, então é óbvio que quem já participou, ou já teve contato com o “velho e arcaico sistema” pode se considerar fora do páreo. E não adianta vir para dentro do PDT, se insinuando, pregando moral, e tentando corroer as bases, pois estamos atentos, tenho dito e repetido “Conheço todos os políticos que atuam ou atuaram em Sapucaia. Não esqueçam que o maior exemplo de que estamos preparados é o do nosso líder Leonel Brizola que rechaçou o golpe que os militares queriam deflagrar. O pior de tudo é que estes caras de pau, já vem até com a secretaria na ponta do lápis.Para participar, precisa provar que é competente, honesto e que busca TRABALHO e não EMPREGO, a era do faz de conta acabou. A festa dos parasitas, dos trapalhões,e dos sanguessugas teve fim, é página virada.
*Secretario Executivo do PDT.
Diretório de Sapucaia do Sul
*Jaí Strapazzon
Para quem pensa que a eleição acabou eu posso afirmar que estão redondamente enganados. Pelo contrário, creio que agora é que começaram as verdadeiras dores de cabeça para os novos eleitos. Querem ver só? Começa que o tal engenheiro trapalhão, ainda não caiu a ficha, que perdeu a eleição, e que tem que entregar o trono para o seu sucessor. Tem que ter alguém, quem sabe o tal de Presser, que o leve para um cantinho sossegado e conte a ele o que aconteceu. Como vai fazer isto não sei, mas, que se virem.
Afinal mamaram na mesma vaca por tanto tempo, devem ter alguma afinidade. O meu receio é de que com toda esta demora, ganhem tempo, para dar uma geral no sentido de maquiar a cara da noiva, por que pelo que se sabe ela está com uma péssima aparência. Pelo menos é o que nos informam os correspondentes, aliados. Por falar em aliados é impressionante o número de colaboradores que agora se dispõe a prestar informações privilegiadas. Prestem muita atenção nesta historia que ouvi de um amigo (policial civil) dos tempos da faculdade: Dizia ele: “Quando a gente sabe que vai haver transferência de colegas para o posto onde a gente está, é comum fazer o seguinte: Trocamos todas as pastas dos arquivos, se estão em ordem alfabética, invertemos tudo, trocamos papeis de lugar, arquivamos correspondências em diversas pastas, quer dizer, o cara no primeiro dia já pede pra correr, não agüenta a desordem, e, de lambuja fica com a culpa.
Aviso, qualquer semelhança pode ser mera coincidência.
Mas, continuando com as agruras dos novos eleitos, eles agora tem que enfrentar o assédio dos incansáveis caça-cargos. Nunca os telefones celulares tocaram tanto, e não é só dos dirigentes dos partidos que efetivamente fizeram parte da coligação, não, tem partido que entrou quase no final que já se considera dono de não sei quantas secretarias, outro que não fez parte da coligação, mas, no final decidiu-se pelo apoio, também já se movimenta no sentido de buscar secretarias.
Uma coisa que talvez esteja sendo esquecida, e que ao meu ver é fundamental, é saber se estes candidatos a cargos, tem condições técnicas e idoneidade moral para ocupar algum cargo. Repito, nos optamos por mudanças, então é óbvio que quem já participou, ou já teve contato com o “velho e arcaico sistema” pode se considerar fora do páreo. E não adianta vir para dentro do PDT, se insinuando, pregando moral, e tentando corroer as bases, pois estamos atentos, tenho dito e repetido “Conheço todos os políticos que atuam ou atuaram em Sapucaia. Não esqueçam que o maior exemplo de que estamos preparados é o do nosso líder Leonel Brizola que rechaçou o golpe que os militares queriam deflagrar. O pior de tudo é que estes caras de pau, já vem até com a secretaria na ponta do lápis.Para participar, precisa provar que é competente, honesto e que busca TRABALHO e não EMPREGO, a era do faz de conta acabou. A festa dos parasitas, dos trapalhões,e dos sanguessugas teve fim, é página virada.
*Secretario Executivo do PDT.
Diretório de Sapucaia do Sul
terça-feira, 4 de novembro de 2008
TRANSIÇÃO
O que será que está acontecendo com as atual administração? Será que estão pensando que são donos da Prefeitura? Acorda MERENDÃO, voce perdeu, voce não manda mais em nada. Cai fora, passe o serviço. Será que estão fazendo a tradicional limpa nos discos rígidos, das secretarias?O que será que estão pretendendo? Onde estão os valentões? Cade o Paulinho Remédios, O Vice Gilberto que enchia o saco gritando que o Pablo era candidato? Ele ERA, não é mais. Aliás parece que agora a Sigla PMDB tem outra definição né? PUTA MERDA DEU BALLIN.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
PROCURA-SE

Procuram-se vagabundos que se intitulam CARROCEIROS, que exploram animais para sobreviverem,mas, que aplicam maus traos e judiarias. Se voce conhece algum caso, se voce ver qualquer acontecimento deste tipo, fotografe, registre e envie para - jaiantonio@terra.com.br - que vou publicar no meu blog para que a cidade saiba quem são, estes bandidos.Mais do que isto, de posse da prova vou denunciar, a polícia, estes criminosos.
Governabilidade
GOVERNABILIDADE.
*Jaí Strapazzom
Palavra chata não? Qualidade inerente àquilo que é governável, portanto perfeitamente aplicável as nossas administrações municipais. Mas para nós Sapucaienses, e principalmente mais antigos que conhecemos as manhas do poder, os ranços políticos, e mais ainda os maus costumes, a palavra soa como alerta. E aqui quero conclamar a todos aqueles que como eu, apostaram numa mudança de verdade, com mais seriedade, mais transparência.
Sapucaia do Sul deve iniciar o ano de 2009 com uma nova safra de políticos, tanto no Executivo como no Legislativo, seguindo este raciocínio, chegamos a conclusão óbvia de que nada deverá ser como antes, ou seja, aqueles vícios, aquelas jogadas de gabinetes,aquelas maracutaias de trocar cargos por votos é coisa do passado. Presume-se e aposta-se, num governo livre de intransigências, livre das barganhas poucos sociáveis e tampouco recomendáveis tão comuns nestes momentos.
Prefeito que assume refém do legislativo, já começa pela metade, sempre foi assim, a nível federal, estadual e muito especificamente municipal. Nestas horas aparecem àqueles oportunistas que receberam o aval do eleitor e agora se acham no direito e dever de usar este voto de confiança em favor de si próprio ou do grupinho de amigos. Sempre tive para mim que uma câmara deve legislar em nome de toda a população. Ali não estão siglas partidárias, ali não se encontram donos da verdade. Ali não estão reunidos doutores, nem magistrados, nem médicos muito menos engenheiros. Ali estão centrados os homens em quem o povo acreditou, homens em cujas mãos foram colocados os sonhos não só da panelinha, dos amigos e das amantes mas de toda uma comunidade,principalmente aquelas pessoas mais humildes que sequer sabem pedir.
Encerra-se um ciclo de vergonha, de provalecimento, de deboche, de escárnio e principalmente de desrespeito. Prevaleceu o bom senso, o povo enojado e provocado por tantos atos covardes, recolocou os petulantes em seus devidos lugares. Este é o pensamento que impera. A tal governabilidade que se espera nada mais é do que a garantia que deverá ser referendada aos novos administradores pelo novo legislativo, de que tudo o que for proposto pelo executivo que tenha respaldo na constituição, será aprovado em nome do povo, sem barganhas, sem cargos, sem nomeação deste ou daquele em troca de votos.
Chega do eterno e aviltante desfile de cabos eleitorais levando pela mão seus apadrinhados na busca do jeitinho brasileiro, do beneficio especial, do remédio mais fácil, ou da consulta facilitada. Os votos que elegeram os novos mandatários, não estavam marcados nem muito menos codificados, sendo assim todos tem os mesmos direitos, todos devem ser tratados como iguais. Já não se admite mais, o famoso jargão de antes que pregava: Aos amigos os benefícios da lei, aos inimigos o rigor da mesma lei.
*Secretário executivo do PDT
*Jaí Strapazzom
Palavra chata não? Qualidade inerente àquilo que é governável, portanto perfeitamente aplicável as nossas administrações municipais. Mas para nós Sapucaienses, e principalmente mais antigos que conhecemos as manhas do poder, os ranços políticos, e mais ainda os maus costumes, a palavra soa como alerta. E aqui quero conclamar a todos aqueles que como eu, apostaram numa mudança de verdade, com mais seriedade, mais transparência.
Sapucaia do Sul deve iniciar o ano de 2009 com uma nova safra de políticos, tanto no Executivo como no Legislativo, seguindo este raciocínio, chegamos a conclusão óbvia de que nada deverá ser como antes, ou seja, aqueles vícios, aquelas jogadas de gabinetes,aquelas maracutaias de trocar cargos por votos é coisa do passado. Presume-se e aposta-se, num governo livre de intransigências, livre das barganhas poucos sociáveis e tampouco recomendáveis tão comuns nestes momentos.
Prefeito que assume refém do legislativo, já começa pela metade, sempre foi assim, a nível federal, estadual e muito especificamente municipal. Nestas horas aparecem àqueles oportunistas que receberam o aval do eleitor e agora se acham no direito e dever de usar este voto de confiança em favor de si próprio ou do grupinho de amigos. Sempre tive para mim que uma câmara deve legislar em nome de toda a população. Ali não estão siglas partidárias, ali não se encontram donos da verdade. Ali não estão reunidos doutores, nem magistrados, nem médicos muito menos engenheiros. Ali estão centrados os homens em quem o povo acreditou, homens em cujas mãos foram colocados os sonhos não só da panelinha, dos amigos e das amantes mas de toda uma comunidade,principalmente aquelas pessoas mais humildes que sequer sabem pedir.
Encerra-se um ciclo de vergonha, de provalecimento, de deboche, de escárnio e principalmente de desrespeito. Prevaleceu o bom senso, o povo enojado e provocado por tantos atos covardes, recolocou os petulantes em seus devidos lugares. Este é o pensamento que impera. A tal governabilidade que se espera nada mais é do que a garantia que deverá ser referendada aos novos administradores pelo novo legislativo, de que tudo o que for proposto pelo executivo que tenha respaldo na constituição, será aprovado em nome do povo, sem barganhas, sem cargos, sem nomeação deste ou daquele em troca de votos.
Chega do eterno e aviltante desfile de cabos eleitorais levando pela mão seus apadrinhados na busca do jeitinho brasileiro, do beneficio especial, do remédio mais fácil, ou da consulta facilitada. Os votos que elegeram os novos mandatários, não estavam marcados nem muito menos codificados, sendo assim todos tem os mesmos direitos, todos devem ser tratados como iguais. Já não se admite mais, o famoso jargão de antes que pregava: Aos amigos os benefícios da lei, aos inimigos o rigor da mesma lei.
*Secretário executivo do PDT
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
uma cirúrgia delicada
Uma cirurgia delicada.
*Jaí Strapazzon
Agora, passada a euforia da vitória, nas eleições do dia cinco de outubro a cidade parece voltar ao seu cotidiano. As equipes de transição começam a dar seus primeiros passos, e ao que tudo indica deverão ser num ambiente de ampla cooperação. Aliás, não teria porque ser diferente, uma vez que nesta hora os ranços deverão ser sepultados.
Mas, eu confesso que estou deveras preocupado.
O grande mote da campanha da Frente Popular Trabalhista foi uma grande mudança, e foi nisto que o povo votou, e acreditou. Ora, esta grande mudança inclui é claro, novos projetos, novas caras, um novo modelo de administração. O período que se encerra, fica como um câncer que foi extirpado, algo que estava agredindo, humilhando corroendo as entranhas de todos nos contribuintes que cumpríamos nossas obrigações, sem, no entanto receber de volta aquilo que de direito.
Ora, como em todas as cirurgias, onde se busca a cura de tumores malignos, nada mais justo do que limpar até o último resquício, de células podres que insistam em permanecer, isto aplicado diretamente ao caso significa que não importa de onde sejam oriundos, todos, mas todos mesmos os Ccs da atual administração deverão ser exonerados até o dia primeiro de janeiro. Uma nova administração, com gente nova, com novas idéias, sem os vícios, e nem as chantagens políticas da atual é o primeiro passo para que o povo comece acreditando que desta vez sim, Sapucaia vai ser melhor para todos e não apenas para alguns.
Neste particular, creio que a Frente Popular Trabalhista, teve sorte, pois apenas PT, PDT, PPS,PRTB e PTN deram-se as mãos formando um pequeno, mas, seleto grupo. Na pratica isto significa menos pressões, menos cargos,menos ameaças de chantagens, até porque quem participou das reuniões da coligação, soube desde o início que no caso de vitória todos seriam tratados como iguais, não existe partido A, nem B, que detenha voz de mando, que vai imperar é o bom senso, e já aviso, se não for assim, vai ter briga, tenho dito a todos os meus amigos e colaboradores, nunca havia dado as caras como agora, perdi a conta das mensagens, dos textos, das conversas, da mobilização procurando ajudar na mudança, e, se notar que as velhas raposas se organizam, se juntam, tramam, ou arquitetam continuísmos, volto a carga.
Coloco-me na posição de avalista, como os milhares de sapucaienses que votaram no Ballin e no Ibanor, e este aval, está condicionado a um governo com transparência e voltado para a população como um todo. Vamos colocar nos cargos técnicos pessoas de Sapucaia, não admito que nossa prefeitura vire esconderijo de velhas raposas, sejam elas de Sapucaia ou venham de outros municípios, pois isto representaria o retrocesso, e foi contra isto que nos insurgimos.
A nova Câmara deverá ter um papel fundamental, pois terá de agir muito mais com bom senso e fiscalizadores do que meros coadjuvantes acomodados em suas poltronas, a espera daquelas nefastas negociações, o voto pelo cargo.Aquilo que vier do executivo e for bom para o município, se aprova, o que não for devidamente esclarecido se discute, e aquilo que for desconhecido se pesquisa, é assim que se trabalha. De nada irão adiantar os ranços, as tramóias, as negociatas, os conchavos e as manobras. Clamamos por mudanças, e elas não se referem apenas ao prefeito, ao seu vice ou ao seus colaboradores. O recado foi dado também, e muito especificamente aos vereadores, ou moralizamos agora ou continuaremos como alvo de chacota para o resto do Brasil. Ai, o bicho pega.
*Secretario Executivo do PDT - Sapucaia
*Jaí Strapazzon
Agora, passada a euforia da vitória, nas eleições do dia cinco de outubro a cidade parece voltar ao seu cotidiano. As equipes de transição começam a dar seus primeiros passos, e ao que tudo indica deverão ser num ambiente de ampla cooperação. Aliás, não teria porque ser diferente, uma vez que nesta hora os ranços deverão ser sepultados.
Mas, eu confesso que estou deveras preocupado.
O grande mote da campanha da Frente Popular Trabalhista foi uma grande mudança, e foi nisto que o povo votou, e acreditou. Ora, esta grande mudança inclui é claro, novos projetos, novas caras, um novo modelo de administração. O período que se encerra, fica como um câncer que foi extirpado, algo que estava agredindo, humilhando corroendo as entranhas de todos nos contribuintes que cumpríamos nossas obrigações, sem, no entanto receber de volta aquilo que de direito.
Ora, como em todas as cirurgias, onde se busca a cura de tumores malignos, nada mais justo do que limpar até o último resquício, de células podres que insistam em permanecer, isto aplicado diretamente ao caso significa que não importa de onde sejam oriundos, todos, mas todos mesmos os Ccs da atual administração deverão ser exonerados até o dia primeiro de janeiro. Uma nova administração, com gente nova, com novas idéias, sem os vícios, e nem as chantagens políticas da atual é o primeiro passo para que o povo comece acreditando que desta vez sim, Sapucaia vai ser melhor para todos e não apenas para alguns.
Neste particular, creio que a Frente Popular Trabalhista, teve sorte, pois apenas PT, PDT, PPS,PRTB e PTN deram-se as mãos formando um pequeno, mas, seleto grupo. Na pratica isto significa menos pressões, menos cargos,menos ameaças de chantagens, até porque quem participou das reuniões da coligação, soube desde o início que no caso de vitória todos seriam tratados como iguais, não existe partido A, nem B, que detenha voz de mando, que vai imperar é o bom senso, e já aviso, se não for assim, vai ter briga, tenho dito a todos os meus amigos e colaboradores, nunca havia dado as caras como agora, perdi a conta das mensagens, dos textos, das conversas, da mobilização procurando ajudar na mudança, e, se notar que as velhas raposas se organizam, se juntam, tramam, ou arquitetam continuísmos, volto a carga.
Coloco-me na posição de avalista, como os milhares de sapucaienses que votaram no Ballin e no Ibanor, e este aval, está condicionado a um governo com transparência e voltado para a população como um todo. Vamos colocar nos cargos técnicos pessoas de Sapucaia, não admito que nossa prefeitura vire esconderijo de velhas raposas, sejam elas de Sapucaia ou venham de outros municípios, pois isto representaria o retrocesso, e foi contra isto que nos insurgimos.
A nova Câmara deverá ter um papel fundamental, pois terá de agir muito mais com bom senso e fiscalizadores do que meros coadjuvantes acomodados em suas poltronas, a espera daquelas nefastas negociações, o voto pelo cargo.Aquilo que vier do executivo e for bom para o município, se aprova, o que não for devidamente esclarecido se discute, e aquilo que for desconhecido se pesquisa, é assim que se trabalha. De nada irão adiantar os ranços, as tramóias, as negociatas, os conchavos e as manobras. Clamamos por mudanças, e elas não se referem apenas ao prefeito, ao seu vice ou ao seus colaboradores. O recado foi dado também, e muito especificamente aos vereadores, ou moralizamos agora ou continuaremos como alvo de chacota para o resto do Brasil. Ai, o bicho pega.
*Secretario Executivo do PDT - Sapucaia
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Amor que mata
Amor que mata.
*Jaí Strapazzon
Depois de quase uma semana de suspense, negociações, medos e incertezas, chega ao fim o seqüestro da jovem, que era tida como refém por seu namorado, o qual, presumivelmente tentava uma reconciliação. De um lado entre quatro paredes, um maníaco, desequilibrado emocionalmente, e duas adolescentes pegas de surpresa quando estudavam. Do outro, a polícia com seus negociadores apostando que a qualquer momento toda aquela confusão tivesse um desfecho feliz.
Mas, o final não foi feliz. A jovem Eloá, ferida por dois tiros, um deles mortal, não resistiu e morreu. Não quero prejulgar, nem mesmo apontar erros, mas como brasileiro, chefe de família e alguém que se reocupa com os altos índices de violência que atingem nosso país, tenho sim o dever de fazer uma análise de como interpreto toda esta situação, que nos põe a todos de sobressalto, pois nunca se sabe quem será a próxima vítima.
É comum nestes acontecimentos, serem chamados a dar seu palpite, os mais diversos profissionais, psicólogos, terapeutas, policiais, juízes, advogados, a até mesmo gente que treina esquadrões, tidos com de elite, em outros países. Não pertenço a nenhum destes grupos, mas pelo menos nas páginas do meu bloger tenho o direito de manifestar também a minha opinião. Neste triste episódio tiveram sim muitos culpados, o principal sem nenhuma contestação é Lindemberg.
A polícia, e a mídia também têm sua parte de culpa. Num acontecimento como estes, onde um maníaco tem em seu poder uma vítima, só se admite duas forças para negociação, o seqüestrador e a polícia, e mais ninguém. Não existe, isto mesmo não existe negociador preparado para enfrentar situações deste tipo, pode até haver alguém dotado de paciência, e vontade de manter o diálogo, ainda mais como neste caso onde o rapaz não desejava nenhum tipo de recompensa, nem mesmo buscava a reconciliação, ou seja, tudo dependia da conversa e das agressões, sofridas seguidamente pela vítima.
Ora, coloque-se no lugar do bandido, que tem todos os canais de televisão a entrevista-lo, um negociador que lhe faz todas as vontades, uma platéia de curiosos capaz de vara a madrugada, com os olhos fixos na janela, interpretando cada gesto, cada sinal, cada aceno, e o pior, permita-se a este bandido o contato via telefone com toda a mídia, inclusive para entrevistas ao vivo. Daí a perguntar: Que motivos teria este rapaz de interromper o seqüestro, entregar-se? Naquele momento ele era o mocinho, sua refém era o seu ex amor, e daquele tragicômico ato ele era o autor, diretor e principal protagonista, então encerrar por que.
Foi uma semana, de conversas intermináveis, de agonia, cheia de lances dramáticos, para no final tudo acabar na maneira como acabou, uma jovem morta, outra gravemente ferida, e uma família que vai conviver com a dor e o sofrimento. O culpado, segundo o que se lê, não está arrependido, está indiferente, isto para mim significa que aquele desfecho já era programado, quando adentrou naquele apartamento ele já sabia o que iria fazer, e nem mesmo o melhor negociador, nem mesmo os mais fortes argumentos o fariam mudar de idéia. Estar ali, mesmo com todo aquele aparato, com toda aquela pressão representava muito para ele. Este rapaz tinha certeza absoluta de que o final daquela situação triste seria certamente o final de um sonho, ainda que um tanto quanto conturbado, mas, um sonho.
Não foi o primeiro caso, nem será o último. O cérebro humano esta maravilhosa máquina, que comanda nosso corpo, está sujeita a falhas, capazes de misturar dois sentimentos tão distintos como o amor e o ódio, infelizmente neste, como em outros casos, o primeiro não resistiu a força do segundo.
*Jaí Strapazzon
Depois de quase uma semana de suspense, negociações, medos e incertezas, chega ao fim o seqüestro da jovem, que era tida como refém por seu namorado, o qual, presumivelmente tentava uma reconciliação. De um lado entre quatro paredes, um maníaco, desequilibrado emocionalmente, e duas adolescentes pegas de surpresa quando estudavam. Do outro, a polícia com seus negociadores apostando que a qualquer momento toda aquela confusão tivesse um desfecho feliz.
Mas, o final não foi feliz. A jovem Eloá, ferida por dois tiros, um deles mortal, não resistiu e morreu. Não quero prejulgar, nem mesmo apontar erros, mas como brasileiro, chefe de família e alguém que se reocupa com os altos índices de violência que atingem nosso país, tenho sim o dever de fazer uma análise de como interpreto toda esta situação, que nos põe a todos de sobressalto, pois nunca se sabe quem será a próxima vítima.
É comum nestes acontecimentos, serem chamados a dar seu palpite, os mais diversos profissionais, psicólogos, terapeutas, policiais, juízes, advogados, a até mesmo gente que treina esquadrões, tidos com de elite, em outros países. Não pertenço a nenhum destes grupos, mas pelo menos nas páginas do meu bloger tenho o direito de manifestar também a minha opinião. Neste triste episódio tiveram sim muitos culpados, o principal sem nenhuma contestação é Lindemberg.
A polícia, e a mídia também têm sua parte de culpa. Num acontecimento como estes, onde um maníaco tem em seu poder uma vítima, só se admite duas forças para negociação, o seqüestrador e a polícia, e mais ninguém. Não existe, isto mesmo não existe negociador preparado para enfrentar situações deste tipo, pode até haver alguém dotado de paciência, e vontade de manter o diálogo, ainda mais como neste caso onde o rapaz não desejava nenhum tipo de recompensa, nem mesmo buscava a reconciliação, ou seja, tudo dependia da conversa e das agressões, sofridas seguidamente pela vítima.
Ora, coloque-se no lugar do bandido, que tem todos os canais de televisão a entrevista-lo, um negociador que lhe faz todas as vontades, uma platéia de curiosos capaz de vara a madrugada, com os olhos fixos na janela, interpretando cada gesto, cada sinal, cada aceno, e o pior, permita-se a este bandido o contato via telefone com toda a mídia, inclusive para entrevistas ao vivo. Daí a perguntar: Que motivos teria este rapaz de interromper o seqüestro, entregar-se? Naquele momento ele era o mocinho, sua refém era o seu ex amor, e daquele tragicômico ato ele era o autor, diretor e principal protagonista, então encerrar por que.
Foi uma semana, de conversas intermináveis, de agonia, cheia de lances dramáticos, para no final tudo acabar na maneira como acabou, uma jovem morta, outra gravemente ferida, e uma família que vai conviver com a dor e o sofrimento. O culpado, segundo o que se lê, não está arrependido, está indiferente, isto para mim significa que aquele desfecho já era programado, quando adentrou naquele apartamento ele já sabia o que iria fazer, e nem mesmo o melhor negociador, nem mesmo os mais fortes argumentos o fariam mudar de idéia. Estar ali, mesmo com todo aquele aparato, com toda aquela pressão representava muito para ele. Este rapaz tinha certeza absoluta de que o final daquela situação triste seria certamente o final de um sonho, ainda que um tanto quanto conturbado, mas, um sonho.
Não foi o primeiro caso, nem será o último. O cérebro humano esta maravilhosa máquina, que comanda nosso corpo, está sujeita a falhas, capazes de misturar dois sentimentos tão distintos como o amor e o ódio, infelizmente neste, como em outros casos, o primeiro não resistiu a força do segundo.
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