terça-feira, 27 de abril de 2010

Conselhos Tutelares

O advento do Estatuto da Criança e do Adolecente, proporcionou uma nova visão no trato dos problema relacionados com a nossa juventude. No rastro desta importante lei, surgiram os Conselhos Tutelares, que nada mais são do que braços legais, no amparo, orientação, encaminhamento das questões pertinentes.
Tudo muito certo, tudo muito justo não fossem as interferencias políticas na escolha e indicação das pessoas que disputam uma vaga nestes conselhos. Como todos os conselhos, este também corre o risco de cair no descredito, pois que agora as siglas políticas se arvoram em indicar seus preferidos. Ora, justamente quem nunca deveria interferir, é que desponta como o mais provável provedor de conselheiros.
Os Conselhos Tutelares, pela estrutura, pela logística, e pelo apoio incondicional das autoridades responsáveis teriam tudo para atuar com imparcialidade, e justiça nos casos em que são chamados. Porém correm o risco de cair no ostracismo das decisões políticas, dos jogos de empurra, tão conhecidos da política, uma vez que a maioria de seus conselheiros~em sua maioria são cabos eleitorais, sem o mínimo conhecimento do Estatuto da Criança e do Adolescente.
É uma lástima que assim aconteça, pois conselhos, soam como sinonimo de burocracia, lentidão e ineficiencia, principalmente quando entra em jogo a política.

sábado, 24 de abril de 2010

Os olhos do Bastião


Por um destes caprichos da natureza o Bastião podia ser considerado um fenômeno, apesar de um porte atlético nada invejável cabelos estilo escovinha com a pele vermelha cheia de sardas, sendo possuidor de todos estes predicados, havia alguma coisa no rosto do Sebastião que o tornava um espécime raro, eram os olhos, eu explico o cara tinha um olho verde e o outro preto. Ninguém sabe ao certo de onde viera aquele sujeito magricela que tinha o dom de conversar horas com as pessoas sem tornar-se enjoadas, coisa difícil hoje em dia, quando a gente se depara com alguns com uma cara que só de olhar já da vontade de fazer meia volta e ainda cruzar os dedos para não ser visto, mas com o Sebastião era diferente ele tinha mil predicados, entendia de todos os assuntos, dava conselhos, até ajudava na missa alem é claro daqueles olhos diferentes, estranhos. Era casado, mas não tinha filhos era ele e a mulher Lindaura que, aliás, era outro motivo da curiosidade na vila, alem de bonita era boa e o que todos queriam saber: O que será que ela vira naquele indivíduo feio? Ora, são aqueles “zoios” diziam as fofoqueiras.
A verdade é que um dia uma verdadeira bomba caiu na cidade o Sebastião havia tido um enfarto fulminante e morrera, estava se velando no salão que existia nos fundos da igreja, todos custaram a acreditar e foi aquela correria para confirmar e para se despedir daquele amigo muito esquisito é verdade, mas de um coração de ouro. As pessoas que chegavam davam de cara com um caixão preto sobre dois banquinhos e lá dentro todo empertigado num terno novinho em folha toda aquela figuraça, que parecia estar sorrindo, ou tirando sarro de alguma coisa que ainda iria acontecer. Um amigo foi se chegando, já fungando botou o braço sobre a viúva gostosa esfregando o nariz na vasta cabeleira negra foi dizendo em meio a soluços: Não se desespere, tu não esta sozinha a gente vai ficar grudado nestes sentimentos funéreos, ato contínuo levantou bem devagarzinho o lenço que tapava o rosto do falecido e tinha até a intenção de dar um beijinho de despedida, mas recuou e todos ouviram um- Cruuuuzes- e saiu de fininho. Em pouco tempo o motivo vinha a público o defunto estava com um olho bem arregalado, era justamente o olho preto. Foi uma confusão só a viúva teve que ser amparada e levada para fora, pois parecia que ia ter um treco, e não foi pouco que tentaram fechar o olho do Sebastião seja com reza, colocando moedas, pingando colírio e teve até a ajuda sem resultados práticos, do Mohamedes um turco com fama de milagreiro, que se encheu do saco e disse que aquilo só podia ser obra do demônio ou coisa que o valha.
Por fim restaram o caixão e o defunto lá no salão, pois ninguém mais tinha coragem de enfrentar aquele olho preto escancarado, até que a viúva resolveu tentar dar um jeito a sua moda, entrou amparada pelas vizinhas e pediu para ficar a sós com o falecido debruçou-se sobre o esquife pareceu dar um beijo, e em seguida pediu a todos que se aproximassem e incrível o olho estava fechado, em paz, mas o sorriso irônico continuava estampado na cara do Bastião, todos então acharam melhor rezar com a mão espalmada na direção do defunto até para reforçar o milagre e aquele olho não voltar a abrir até o sepultamento, menos a Lindaura que guardava um objeto redondo e lustroso preto como uma jabuticaba apertada em suas mãos. O olho de vidro do falecido esposo.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

O Tio Véio


O Tio Veio

Numa destas tardes quentes, mormacentas ele apareceu no meu portão, bateu palmas e disse que “nois tinha que bater uma trela”.As coisas na casa do tio veio não deveriam estar numa boa para ele sair e procurar alguém para conversar. Com suas tradicionais bombachas de listras pretas camisa branca de manga arregaçada e pisando manso do alto de suas velhas e surradas alpargatas o Tio Véio foi se chegando. Acertei, era problema, e dos grandes era um nó tão cego que nem feitiço de encruzilhada era capaz de resolver. Pois não é que o vivente resolvera dar umas voltas pela capital e foi inventar de caminhar logo ali, na Voluntários da Pátria, ali naquela rua cheia de mulheres da vida fácil e dos homens vestido de mulheres, conforme me disse. Pois ia ele de mansinho, como quem não quer nada, quando de repente uma daquelas moças gentis que passeiam por lá, deu um beliscão na bunda dele e com jeito matreiro perguntou:- E daí tio, vamos fazer um nenê? Índio vivido, cheio das manhas olhou meio que de revesgueio pra moça e respondeu que aquilo já não era mais com ele, porque a idade não permitia, e coisas tais. Então a rapariga segurou forte no braço dele e disse que idade não era problema, ela tinha lá seus truques.
E foi meio de arrasto que o Tio Veio subiu pro quarto e de repente lá estava ele só de cuecas recostado na cabeceira da cama, enquanto a moça de trajes minúsculos tentava encaixar o preservativo no vivente, resignado fechou os olhos e relaxou. Quando acordou, estava sozinho ainda pelado e da mocinha gentil não tinha nem rastro.Quando foi colocar a bombachas viu os bolsos revirados, e os trinta pilas bem com o passe livre de idoso já tinham tomado chá de sumiço. Com a ajuda de um brigadiano, conseguiu, uma carona para voltar para Sapucaia, chegou em casa era noite a patroa já estava acomodada, e ele se ajeitou da melhor maneira que pode sem acordá-la para evitar explicações. Lá pela madrugada, bateu a mijadeira e lá se foi ao banheiro para descarregar a bexiga, mas, por mais que insistisse o líquido não saia e ao mesmo tempo em que um peso começava a incomodar nas virilhas enquanto um volume estranho surgia no meio das pernas. Voltou pra cama, preocupado. As horas passavam, o volume aumentava, ele urinava e não via nada escorrer nem molhar, resolveu chamar a patroa:- Veia, to com problema. A mulher sonolenta encara o velho com um ar de desconfiança: - Que problema? Ele agarra a mão da mulher e direciona para aquela bola que não parava de aumentar, ela se apavora:- Virgem do céu homem tu ta com uma rendidura, o que é que tu andaste fazendo? O vivente então foi obrigado a tirar o cuecão, depois a cueca e ai então entender o motivo do problema: O preservativo havia sido amarrado para não soltar, e na pressa a moça não fez nem questão de liberar a ferramenta, então foi só o trabalho de furá-lo e se aliviar. Agora queria um cantinho, até passar a raiva da mulher, que até benzeu a tal da rendidura.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Vaquinhas..


A vaquinha.

Se fosse aquele bichinho lindo, meigo, pastando livremente pelo gramado, até que seria uma boa idéia gastar todo o tempo do mundo em enaltecer as virtudes, as belezas e a simplicidade da vida no campo.
Mas, não é desta vaquinha que pretendo falar. É de outra, bem menos simpática, que todo mundo aceita, mas que é amaldiçoada por todos aqueles que têm de engoli-la. E como é difícil, parece que quanto menos a gente quer mais ela se faz presente no dia a dia. Seja na repartição pública, onde, aliás, é campeã, seja na iniciativa privada onde por incrível que pareça é incentivada pelas chefias, lá estará ela, sorridente, confiscadora, eterna algoz dos menos privilegiados financeiramente.
Estou falando da famosa vaquinha, instituída como válvula de escape daqueles que pretendem puxar o saco do chefe, mas, não desejam arcar com o ônus monetário. Tem vaquinha para tudo, aniversário, despedida, nascimento do nenê da mulher do chefe, centenário da vovó do gerente, para a compra do papel higiênico, da água mineral, do cafezinho, do absorvente íntimo, do copinho descartável, enfim, tudo aquilo que deveria ser adquirido com verbas próprias, passa a ser responsabilidade desta funcionária fantasma que afinal todos ajudam, mas ninguém ainda viu no emprego.
Ela está tão institucionalizada dentro das empresas que conta até com os guardiões, uma espécie de SPC, basta que o colaborador não entregue no dia e hora marcado a sua contribuição e pronto, lá estará o nome do condenado na lista negra, bem visível para que todos saibam que ali dentro tem alguém disposto a fazer churrasco da pobre coitada da vaquinha. Muito embora, estejam cientes que possam ser processados por constrangimento moral, sempre tem alguém disposto a avacalhar.
Acredito não existir alguém que ainda não tenha sido chamado a “colaborar” com a vaquinha. E o pior que os valores da vaquinha acompanham o ritmo da inflação, segundo as taxas bancárias, logicamente. Antigamente se falava em “Dois reais por cabeça” depois passou para “Cinco reais” e agora a tal vaquinha esta num ritmo tão alucinante que já beira os “Vinte reais por cabeça” o que convenhamos nem as vaquinhas de presépio cobram de cachê para se apresentarem no Natal.
Agora acompanhem esta possibilidade: Num escritório onde trabalhem quinze funcionários, se cobrados os vinte reais, são trezentos reais, daí acontece o seguinte: O chefão está de aniversário, oba, salgadinhos, tortas, refrigerantes, cartão com letras desenhadas, uma agenda personalizada com letras douradas tudo ao contento para agradar, leia-se puxar o saco, sorrisos, fotos abraços, tranqüilidade total. Lá se vão Duzentos e Cinqüenta reais.
No dia seguinte, a “tia” do cafezinho também esta festejando seu aniversário. Ela também participa com o mesmo valor. O encarregado (a) da vaquinha chama um colega e tasca: Dá um pulinho ali no Um e Noventa e Nove e escolhe uma bugiganga qualquer pra Tia.

terça-feira, 20 de abril de 2010

CCs

Talvez, as pessoas que me acompanham no blog, pensem que sou daqueles caras ranzinzas sempre em guerra com o mundo, o "joaozinho do passo certo", o cara que nunca errou, e assim por diante. A estes, digo que estão redondamente enganados,sou muito mais do que um simples crítico, não sou ranzinza, e tenho lá os meus defeitos. Porem uma coisa é certa, sempre fui, e continuarei sendo um cara que detesta petulancia, que abomina quem costuma valorizar as pessoas pelo CPF, ao invés de levarem em conta a folha corrida na polícia.
Não tenho nada contra a nomeação de CCs. Dos meus mais de quarenta anos de trabalho, trinta foram no serviço público, incluindo cargo de confiança. O que causa indignação, revolta, nojo, e sei lé mais quantos sentimentos de desconforto é o fato de hoje o serviço público ter sido transformado em moeda de troca, e os cargos eletivos tenham sido transformados em profissão, ou meio de vida como queiram. Foi-se o tempo em que os cargos de confiança trabalhavam, executavam tarefas, apresentavam resultados e, muitas das vezes eram mais eficientes do que aqueles concursados. Hoje, os CCs, assim como alguns estagiários, são separados em dois grupos: O primeiro são aqueles que realmente fazem alguma coisa, desempenham alguma função, são úteis. No segundo grupo ficam os apadrinhados, aqueles "vasos de enfeite" cuja única função é andar de um lado para o outro com um pedaço de papel na mão fazendo de conta, ou então sentados a frente de um computador, trocando mensagens no MSN, no ORKUT, cultivando a FAZENDINHA.Daí acontecem os exessos, entra o MP cobrando satisfações, demissões, e por ai vai. Se, fossem contratados as pessoas que realmente fazem falta,até a realização de concursos,e estas pessoas realmente trabalhassem, apresentassem resultados, independentemente do cargo de secretário, diretor, sub isto ,vice daquilo, adjunto deste ou daquele, não haveria toda esta celeuma. Quem provoca situações como esta é este jogo sordido da disputa pelo poder, pela vontade bandida e corrupta de ter as pessoas sob os seu pés. O lado negativo de tudo isto é a eterna rivalidade,a briga pelo cargo, as mentiras, as trapaças, os conchavos os disque e disques no banheiro e as mensagens secretas via torpedão, tudo isto em detrimento do serviço público. Isto, quando não transformam os funcionários CCs, em cabos eleitorais, obrigados a caminhar por todas as vilas com a bandeira nas costas,sob sol ou sob a chuva, escondendo o rosto de vergonha. Uma cena que não me sai da lembrança. Um cidadão, com uma bandeira do Marcelo, bem em frente a minha casa, sob um temporal dos infernos, de cabeça baixa pela humilhação; Hoje secretário de esportes no governo Ballin. Até quando esta vergonha?

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Até agora...

Alguem pode até pensar que é mentira, mas, lancei um desafio, a mais de duzentos contatos , para ver se entre eles allguem seria capaz e informar o número exato de CCs,diretores,secretarios e encostados por partido. Apesar de ser uma informação a que nos todos(pagadores dos impostos e consequentemente dos salários deste povo, ninguém se atreve a abrir a boca.
E o mais incrível é que gente dos partidos ( todos) "declaram" não conhecer esta informação.
Isto é muito grave, pelo menos eu acho. Afinal, o que há de errado em informar os munícipes, sobre o que estão fazendo com o nosso dinheiro? Vão querer me convencer de que está tudo 100% ? Pra mim não.
DEDUÇÃO: Ora, se estivesse tudo dentro dos limites, dentro da normalidade, e dos *parâmetros a informação não seria segredo, muito menos guardada a sete chaves. LOGO, se não está disponível,ninguém sabe,ninguém informa......

*Entenda-se por "parâmetros" estar a maioria dos cargos citados em poder dos partidos autênticos da coligação (05) o resto são agiotas.

Coisas Estranhas.

Todos que me conhecem sabem que sou crítico implacável, no que diz respeito a política não só aqui de Sapucaia como também a nível de Brasil. Tenho verdadeira aversão aos tapinhas nas costas, ao aperto de mão,( aquele frio) que não te transmite nada, só um “faz de conta que te admiro”. Pois é, dentro deste espírito que confidencio com os meus “seguidores” algumas coisas com as quais eu não concordo, apesar de acreditar na boa vontade e disposição do Ballin e do Ibanor e mudar a realidade da cidade, para melhor. Acompanhe.

Tenho um amigo,CC na prefeitura de Sapucaia,reconhecidamente um cidadão do boa índole, honesto, trabalhador, empresário na cidade, o qual desenvolve um trabalho muito importante na área de serviços externos. É lotado na Secretaria Municipal de Obras (seja lá o nome que deram), pois bem, este cidadão, conforme declarou, não tem nenhum tipo de apoio oficial da prefeitura no serviço que executa. Locomove-se pela cidade com seu carro particular, gasolina por sua conta, material de trabalho de sua propriedade particular, e o mais incrível ninguém fiscaliza o que ele faz, nem perguntam se ele está ou não fazendo alguma coisa.
Como lá nas Obras não tem lugar para que desempenhe suas funções, ele trabalha em sua empresa. Não pegou sequer nenhum pagamento até hoje da Prefeitura por considerar algo vergonhoso. E o trabalho desenvolvido é de Relevância para a cidade. São estas coisas que me entristecem, e desapontam na política. Como é que pode um secretário municipal não ter nenhum interesse em saber se o cara que está na folha trabalha ou não?O que anda fazendo?E o pior, autorizar o deposito na conta? Quantos serão os “fantasmas” que rondam de novo, o município? Tem outro caso conforme confidenciou um sobrinho meu, de um estagiário , o qual conta pra todo o mundo na escola que - A prefeitura me paga para ficar jogando no computador a tarde inteira, meu pai é amigo do prefeito – isto é desmoralização, para o gestor público.
Não concordo com este costume das administrações de importar funcionários. Em Sapucaia do Sul tem gente “enviada” de Brasília, tem gente Porto Alegre, tem gente de Esteio, e daí faltam vagas para o nosso povo, aqueles que votam e elegem as pessoas no município. Esta troca de favores pode até ser legal, mas, é IMORAL. Ai vai uma sugestão ao Ballin, quem sabe faça uma renovação no secretariado, coisa bem pessoal, sem interferência de nenhuma múmia da política local, uma escolha baseada na honestidade, na vontade trabalhar,na lisura, no conhecimento dos problemas da cidade, nas atitudes dentro e fora da política, gente honesta de verdade.
Tem que tomar muito cuidado com aqueles que ao invés de ajudar a construir “bases solidas” estão agindo como a voçoroca, cavando as bases para que a casa caia. Avisar é coisa de amigo, ignorar é coisa de traíra.

sábado, 17 de abril de 2010

Os mesmos cinco.

Certa vez, fui convidado e aceitei participar de uma "Comunidade de Sapucaia do Sul". Na época com mil e poucos participantes.Porém, como era uma "comunidade de radicais" não fui bem aceito, costumo criticar, mostrar fatos, e recomendar soluções. A orientação dos tais "debatedores" era outra, como de resto costuma sendo até hoje. Mas notei que desde a época da posse do Ballin, até hoje a tal comunidade conta apenas e tão somente com no máximo de dez participantes que se revezam,em apontar erros, roubos, e tantas outras bravatas. Porém se acovardam em denunciar ao Ministério Público as suas descobertas. Coincidentemente, o maior crítico foi candidato a prefeito, fez pouco mais de dois mil votos,e segundo informações da própria "comunidade" vai se lançar candidato a deputado.
Só que contrariamente,na época em que sai da panela de óleo, passei a explorar unica e exclusivamente o meu blog, e desde então são 2517 visitas, sendo que 2225 só no Brasil.Entre os seguidores fiéis vários de BRASÍLIA. Até hoje, mais de 197 posts sobre os mais diversos assuntos, todos com comentários (permitidos). Além é claro de sujestões e desafios, para os críticos de plantão,que qualquer um destes, que me entregassem provas de desvios, roubos, ou qualquer outro tipo de crimes cometidos contra a população eu mesmo entraria com representação junto ao Ministério Público. Sabem quantos apareceram???? NENHUM.
Ou seja, a tal comunidade dos cinco, é boa só de conversa, atitude ,coragem e lealdade são palavras que não fazem parte do dicionário.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Incompatibilidade?


Corre a boca pequena pelos corredores do palácio municipal a "derrubada do Sec.Adjunto de esportes Sr. Jair Bernardes. Segundo informações colhidas "por total incompatibilidade de genio" com o atual secretário Guilherme Vieira. Perai, incompatibilidade do genio de quem? Que eu saiba o Jair entende de esportes, o Guilherme entende do quê? Um conselho ao amigo Ballin, demita o Guilherme e fica com o Jair, tu ganhas prestigio, pois continua com quem entende e tira este espinho que tens na garganta. Tá na hora dos paquidermes da política sapucaiense irem cuidar do netos. TODOS OS PAQUIDERMES, inclusive os de PÉ SUJO. Na certa o partido do tal secretario está querendo o cargo,o PMDB, só sabe viver escorado, assim como outros. Tivessem que caminhar com as próprias pernas já teriam criado raízes. Vivem do sangue alheio, são parasitas.


Uma coisa que eu gostaria de saber "oficialmente". Vamos ver quem tem coragem de responder: QUANTOS CARGOS TEM CADA PARTIDO NA ATUAL ADMINISTRAÇÃO. Dividindo sempre em dois grupos. O primeiro aqueles que apoiaram a coligação desde o início. O segundo aqueles que por "modismo", "pressão" ou " falta de vergonha na cara "se encostaram" para a tal governabilidade.

Vamos ver quem se arrisca .

Perguntar..

Afinal de contas: Perguntar não ofende, Como é que está o caso do vereador de Sapucaia do Sul, que era médico e ninguem sabia ? O OSMAR, isto mesmo o vereador Osmar de Sapucaia do Sul, que segundo informações veículadas por um canal de TV, andava fornecendo receitas médicas por conta própria. Não quero acreditar que tenham "abafado o caso". Estamos em plena época de caça aos "pés sujos". Será que a denúncia era fria? Bem ,nesta caso o "vereador" deveria vir a público e explicar. Mas o silencio é muito estranho. Tivesse sido um pobre diabo ter roubado um pão para matar a fome, e já tinha sido escalpelado pela imprensa. Mas, como se trata de alguém lotado na gaiola de ouro, pensa que vai passar batido. Mas não vai mesmo. Estamos de olho bem ARREGALADO.