quarta-feira, 3 de outubro de 2012



O Golpe.
Atenção amigo leitor. Preste muita atenção ao que segue. Você que normalmente faz compras a credito pode estar sendo alvo de um verdadeiro crime, o qual poucas pessoas percebem. Uma pessoa conhecida foi a uma loja aqui do centro da cidade(lojas Mariza) fazer uma compra. A compra no valor de pouco mais de cem reais. Escolhidas as mercadorias, dirige-se ao balcão para efetuar o pagamento, usou o cartão Hipercard. A compra é acertada em cinco vezes. A fila para pagamentos é grande. A funcionária então passa os papeis de praxe para que sejam assinados. 

Ao chegar em casa vai conferir os valores e nota que foi anexado ao total da nota de compra um valor a título de “compra tranquila” que nada mais é do que um seguro de vida que a pessoas fez,sem ser consultada e que vai acrescentar a sua compra cerca de três reais a mias em cada parcela. O pior de tudo isto é que o cliente ainda se vê na obrigação de assinar um termo de responsabilidade para o seguro onde declara estar em perfeitas condições de saúde, não sofrer de nenhum mal, enfim uma série de abusos e desaforos. A venda casada de seguros de vida, a qualquer outro tipo de mercadorias é proibida. O cliente tem o dever de ser informado e perguntado se aceita aquele tipo de picaretagem. 

O mesmo alerta vale para o tal “Seguro estendido” que é oferecido com garantia extra ao aparelho que você compra. Na verdade aquilo é um seguro que está sendo vendido e você não tem a obrigação de aceitar. A garantia de qualquer aparelho ela pode ter duas variantes A garantia de fábrica por um período tal, mais a garantia da loja que se acrescenta. Mas por isto você não paga nada mais, está embutido no preço do bem adquirido. Esta picaretagem dos tais seguros e ainda mais as declarações de vida, ou confissões de dívida são artifícios aos quais recorrem os lojistas para garantir o recebimento dos valores contratados. Agora, fico imaginando o seguinte; geralmente, quem efetua compras de valores pequenos, e fazem uso de crediário, nestas lojas grandes são pessoas simples, de poder aquisitivo bem reduzido, as quais nem pensam muitas das vezes em examinar o que está assinando. 

Fazem uso de cartões oferecidos até nas calçadas do centro da cidade. Ora, uma compra facilitada, crédito já aprovado, mercadorias oferecidas  parceladas sem acréscimo  a pessoa nem pensa em conferir nada, passa no caixa, paga, pega suas compras e vai embora, a nota muitas das vezes é jogada fora ali mesmo. Quantas destas compras já sofreram alteração com o tal seguro? Que lucrou com aqueles valores? Onde vai este dinheiro? Qual  o montante? De quanto é a participação da loja nas vendas destes seguros? São perguntas que ninguém faz, e muito menos que tenham respostas. A incoerência neste caso acima descrito é o próprio nome da venda Compra Tranquila, a tranquilidade vendida aqui, vamos deixar claro, não é a sua tranquilidade, mas, a do lojista.

Em outras palavras, você está pagando para que o lojista tenha a tranquilidade de que os valores devidos pela venda efetuada serão ressarcidos caso você venha a morrer. Por isto, é muito importante as pessoas que não tenham muita facilidade de compreender estas operações, se fazerem acompanhadas de alguém mais esclarecido. E na hora da compra, exija todas as informações de direito. Alguém pode estar a pensar; afinal de contas são valores tão pequenos, que nem adianta questionar, mas daí é bom fazer um pequeno exercício de matemática. Cada cliente, representa mais ou menos trinta reais a mais nas compras. Multiplique por cem,duzentos, ou mais clientes atendidos, depois multiplique os valores por trinta (mês) você vai ver que a grana é muito boa. Tudo sem fazer força, assim na marra. Sem dó, nem piedade. 

terça-feira, 2 de outubro de 2012


Uns choram, outros...
Pois é, está chegando o grande dia. Para alguns mais letrados este seria o grande dia da democracia, mas, será? Democracia, segundo o dicionário Aurélio é; doutrina ou regime político baseado nos princípios da soberania popular e da distribuição equitativa do poder...ou seja,em tese e para simplificar seria aquele tipo de governo que exercido com o povo, pelo povo, e para o povo. Você já viu ou sentiu isto na prática? Eu confesso que aos setenta anos ainda não vi. O que se tem hoje na verdade, é um sistema totalmente amorfo onde algumas castas privilegiadas usam do poder para levarem a vida da melhor forma como lhe convém. O povo neste caso é apenas um mero instrumento de legitimação do poder. 

Quem, realmente numa sociedade produz riquezas? É esmagadoramente  a classe trabalhadora, o povo. O teu trabalho, gera dividendos, por tudo aquilo que produzes ou adquires para o teu bem estar tu pagas impostos, até mesmo para exercer o sagrado direito de trabalhares e alimentares a tua família tu és tributado. E como é. Atualmente, o brasileiro paga mais de oitenta impostos e taxas. Isto tudo, vai para um cofre, que é o bolso do governo. Bem daí então de acordo com a definição de democracia alguma coisa deveria retorna ate você, já que ali fala em “distribuição equitativa do poder”. Neste caso uma parte deste bolo deveria retornar em forma de investimentos, melhorias, e serviços para a população, assim se fecharia o ciclo. 

Mas, é ai que entram os intermediários. Para que tudo isto possa funcionar adequadamente precisa-se montar uma base muito complexa, são técnicos, funcionários, assessores, secretários, enfim. Imagine o estado brasileiro com uma grande máquina. Agora coloque as engrenagens todas elas de acordo com o peso que cada uma tem no contexto total. Nós teríamos os vereadores, os prefeitos, os governadores, os deputados estaduais, os deputados federais, os senadores, o presidente, alem é claro de todas aquelas peças que orbitam ao redor, como o judiciário e todas as suas variantes. Esta estrutura consome uma grande fatia do bolo arrecadado. É muito dinheiro. Em todo este contexto as menores engrenagens somos justamente nos, a classe do povo. 

Muito embora sejamos responsáveis pelo movimento contínuo desta maquina, estamos situados justamente num lugar de muito difícil acesso, e talvez por isto mesmo, sejamos sempre esquecidos voltando a ser lembrados justamente nestas épocas pré-eleitorais. Agora sim, o povo voltou a fazer parta da definição, aquela lá no início lembram? Agora somos parte integrante do sistema, agora é hora de recorrer e mostrar a todos como é bom vivermos em democracia, espere, eu disse vivermos? Não, desculpe enganei-me o termo certo seria “viverem” pois que realmente tira vantagem deste sistema são estes mesmos políticos que hoje te procuram, prometem,mentem,roubam,exploram e te obrigam a andar sempre com aquele nariz de palhaço colado no nariz. 

Neste dia sete, muitos destes poderão rir de alegria, a mentira vingou, os bobocas acreditaram, nos próximos quatro anos a catrefa vai continuar deitando e rolando, os acertos, os conchavos, as licitações duvidosas vão acontecer cada vez mais fortes. Se as ruas vão continuar esburacadas não tenho nada com isto, se o esgoto correr a céu aberto  não interessa, pois o centro da cidade está limpo, os comerciantes estão satisfeitos, o Zé povinho que se lixe. Daqui mais quatro anos ninguém mais vai lembrar disto tudo. Mas, pode também acontecer o contrário. 

Pode acontecer de o povo acordar, abrir os olhos e dar um basta a toda esta baderna. Expurgar de uma vez por todas estas verdadeiras pragas do poder, obrigá-los a repensar suas filosofias. Obrigá-los a olhar com outros olhos para o povo sofrido das vilas, para esta imensa multidão de gente que está abaixo da linha de miséria, que acredita que morar em cubículos apertados, confinados como em um campo de concentração seja sinônimo de dignidade. 

Talvez o resultado deste sete de outubro seja justamente o dia em que este canalhas vão chorar, por todo os  desaforos que o povo foi pisoteado. Tudo está em nossas mãos. Agora os juízes somos nós.



segunda-feira, 1 de outubro de 2012


Política.
Conjunto de objetivos que enformam determinado programa de ação governamental e condicionam sua execução. Dentre as tantas definições para esta palavra prefiro ficar com esta, pois, pelo que entendo é a que mais se aproxima da verdadeira essência. Fazer política significa antes de tudo exercer a arte da negociação, do diálogo , da palavra. Eu tenho um projeto, acredito que possa beneficiar a toda uma comunidade, então, procuro mais pessoas, proponho o estudo a análise criteriosa, o debate. Se, após todas estas fases chegarmos a um consenso está na hora de apresentá-lo para votação.  O exercício da política nos remete a discussão, ao debate, a troca de ideias, a busca pelos ajustes. Bem, isto é a teoria , mas e na pratica como fica? Aquela definição lá no início do texto fica muito aquém quando tentamos achar uma definição para as práticas de hoje. 

Atualmente fazer política é fazer baderna, guerra,estripulias,quebra quebras e até mortes. Vamos para um exemplo do certo e do errado. O prefeito, manda para a câmara de vereadores um projeto qualquer. Após o recebimento, passa pela devidas comissões e vai a plenário, ali os vereadores vão debater os itens constantes, vão analisar o conteúdo, os prós e os contras, o que vai ser bom e também o que pode prejudicar. Enfim, vão propor alterações, se for o caso, ou então vai a votação. Se, tudo estiver correto, aprova-se, mas se mesmo com todas as análises ainda não estar satisfatório volta para os devido ajustes. Esta seria a maneira certa. Como é que funciona hoje. O prefeito cria um projeto. Seus capangas imediatamente entram em contato com a turma dos chupa cabras dentro da câmara, os famigerados adeptos da governabilidade, estes antecipadamente já botam seus cães de guarda em alerta, Vai ter pagamento de pedágios. 

Um cargo, uma verba, uma ponte,uma pinguela, uma maquiada na rua, um caminhão de aterro, umas sacolas, um “puxadinho” na cancha de bocha, enfim vale de tudo. O projeto cai logo na mão da presidência, que faz aquele teatro: projeto de autoria do executivo...bla bla bla bla..silêncio sepulcral...aprovado por maioria. Quer dizer, não passa por ninguém, ninguém analisa nada, ninguém contesta nada, ninguém pergunta nada. É uma plateia muda. Aprovado o projeto, parte-se para a partilha que nada mais é do que o pagamento do pedágio, o loteamento de salas, secretarias, diretorias, e quando tudo está lotado não tendo como acomodar mais ninguém se criam então, os adjuntos. Outro câncer no serviço público. Desta forma cria-se esta dependência miserável que tem norteado a política aqui no nosso município. 

Entra prefeito, sai prefeito a coisa é sempre a mesma, os buracos continuam a sujeira e o lixo se acumulando os apadrinhamentos espúrios e vergonhosos, o enriquecimento relâmpago de alguns, a miserabilidade imperando. O centro da cidade com asfalto, as vilas com esgoto a céu aberto, o políticos comendo caviar com seus puxa sacos, outros comendo lixo, ou vivendo dele. E nos acreditando, apostando, nos iludindo. A cada quatro anos as mesmas caras, as mesmas denúncias, os mesmos envolvidos as mesmas mentiras e neste universo de falsidades ficamos todos nós, patrocinadores de cargos e salários de toda esta gente, com a nossa cara de bobo acreditando no futuro, sempre no futuro. Mas, porque não agora? No presente? Estamos há muitos anos protelando uma decisão que está atravessada na nossa garganta. Estamos num barco a deriva, os comandantes se sucedem e não vemos nada alem de brigas, desencontros, guerra. 

Ainda não tivemos a coragem de dar um chega para lá nestes marujos de quarta categoria, tomarmos o timão e nossas mãos e darmos a direção que desejamos para este barco? Até quando vamos continuar comendo pipocas, comendo pirulitos e rindo dos gracejos desta turba de ignorantes e batendo palmas quando passam e ofendem as pessoas com palavras de baixo calão, como fizeram algumas “jornalistas” do atual prefeito. Será que é isto mesmo que desejamos para a nossa cidade? Será que não estamos a merecer algo de melhor qualidade? Até quando o significado de fazer política, para nos vai continuar a ser sinônimo de barulho, algazarra,bebedeiras,sujeira, palavrão. 

Por detrás desta algazarra toda, não se pode esquecer que existe uma população ordeira, pacífica que só está exigindo aquilo que é direito. Viver numa cidade limpa, organizada, livre de parasitas, proxenetas, e cafetões das verbas públicas.Será que da maneira como estão andando as coisas, este tipo de política se enquadra com aquela definição lá no início? Dá pra refletir. Temos ainda uma semana.     

sábado, 29 de setembro de 2012

Amigos. assista e se concordares divulga.
Não sou cabo político, apenas estou fazendo o que acho certo.
Vou desagradar alguns,mas, fazer o quê? Na minha cabeça mando EU.
Tenho plena convicção de que as acusações que pesam sobre o candidato da minha escolha são bem mais suaves do que as traições, e das covardias que aconteceram. 


sexta-feira, 28 de setembro de 2012


Dois tópicos.
Hoje, quero abordar dois tópicos que não me deixaram dormir por um bom tempo, ambos logicamente, relacionados com apolítica local. O primeiro relacionado com estes debates,que os órgãos de imprensa costumam organizar, e que na maioria das vezes servem mais para embaralhar,confundir do que esclarecer o eleitorado, porque. O formato do programa é muito complicado, isto ficou evidenciado ontem quando até mesmo o apresentador ficou enrolado e não sabia mais nem o que estava rolando ali. Esta historia de pergunta,responde,réplica e tréplica é a coisa mais estúpida que já inventaram em matéria de esclarecimento. O tempo dado não permite aos candidatos formularem um pensamento lógico, coerente nem para a formulação das perguntas e menos ainda para as respostas. 

Como deu para notar ontem, quase todos os candidatos foram bruscamente cortados pela campainha (de muito mau gosto) e tiveram o seu raciocínio prejudicado. Sou mais pela apresentação de um painel. Neste, seriam colocados a todos os cinco participantes os temas de maior relevância como por exemplo saúde,educação,segurança e habitação. Muito bem, sorteado o temam, cada candidato terá cinco minutos para apresentar e especificar aquilo que na sua ótica representa um avanço naquele assunto. A seguir, um minuto para que outro participante sorteado, fizesse uma pergunta, sobre o tema apresentado. Novamente dois minutos para a resposta. E fim. Sem réplica, nem tréplica. Assim consecutivamente, todos seriam de certa forma entrevistados, sobre os mesmos assuntos evitando caírem como ontem caíram nas acusações infundadas um  explorando as fragilidades do outro, fazendo com que o debate se transformasse numa enorme lavanderia onde cada um procurou de certa forma olhar para o monte de roupas sujas do oponente e com isto tirar proveito. 

Perde o candidato, perde o eleitor, perde o sistema, que aos invés de esclarecer acaba plantando muito mais minhocas do que já existe. Uma outra coisa também importante é procurar mudar o apresentador de tais debates, o Sr. Claudio Stork é muitíssimo atrapalhado, parece não ter coordenação, demonstra uma ansiedade fora dos normal, alem de quem está do outro lado do aparelho ter que concentrar-se muito para poder entender o que está sendo dito.Bem, mas e os destaques de ontem. Ah, meus amigos que festival. Vamos por parte e individualmente. O Ballin, como sempre disfarçando sua notória e perceptível insegurança, abusou de sua “intimidade” com a presidente Dilma e o Sr. Tarso( este é um cara perigoso), navegou o tempo todo sobre o mar de reais que “conseguiu” trazer, presente de seus padrinhos, mas em compensação ficou devendo o que fez com todos os recursos arrecadados com impostos, além de sonegar a informação básica que está devendo a população do município: 

Quantos afinal são os puxa sacos (CCs) a sua disposição, seja homem, abra o coração, seja sincero. Mas a resposta deve ser dada pelo Sr. Prefeito, e não pelo Selvino ou outro aspone qualquer.Já ao Marcelo Machado coube o papel de defender-se (como sempre) das acusações. E aqui eu volto para mostrar como um debate nos moldes como estes tem sido montados, prejudica, mais do que ajuda o eleitor. Não teve chance de falar nada, apresentar nada, como de resto nenhum deles o fez. É aquela velha historia, se não tens argumentos para questionar para testar a competência de alguém use os argumentos dos quais dispõe, mesmo que estes muitas vezes sejam temas cuja importância diga respeito a justiça. Aqui vou dar uma pequena explicação. Sempre disse e volto a repetir,processos judiciais são de competência do JUDICIÁRIO, não digo que não possam ser tocados , ou virem a tona, mas quando o assunto ainda está na esfera de indiciamentos, nenhum do envolvidos sequer foi notificado, tudo ainda está ainda em fases iniciais (apesar do tempo)bater,bater,bater se transforma mais em forma de desespero do que realmente buscar mostrar falhas em eventuais programas de governo. 

O Paulo Borges, continuou a desfilar como o santo padre, só faltou vestir-se de batina, é o sangue doce na historia, não agride,não ofende,não explica,enrola, participa como um participante de plateia nada mais que isto. Não confio neste candidato, muito menos no seu vice. O Sr.Lourenço, como sempre não apresentou nada em relação ao seu programa de governo, preocupou-se o tempo todo em atacar o Ballin, parecendo esquecer de que o seu partido ainda está no governo, ainda participa, e se tem alguma coisa que ele desconfia ( e como tem)poderia solicitar aos cabos eleitorais que estão lá dentro da prefeitura para que lhe dessem provas,e argumentos. Acredito que poderia ter-se saído muito melhor, em todos os debates. Até porque é um advogado. 

E, por fim o candidato da minha legenda o Sr. Ibanor Catto .Dizer o quê ? Muito embora tenha conseguido falar mais do que vezes anteriores, foi o mesmo desengonçado, repetindo sempre as mesmas palavras e teve até momentos em que o seu tom de voz parecia estar incorporando o espírito do Brizola, principalmente na sua despedida ao final do debate. Não apresentou sequer uma palavra nova no seu vocabulário, quase sempre aproveitou o gancho da pergunta ou resposta e emendou alguma coisa. É um cara honesto, competente , porém peca por não ser político, de boa fé, deixa-se levar facilmente pela conversa de maus assessores. Ao final desta campanha, dependendo dos resultados, deverá dar um bom puxão de orelha em sua executiva, principalmente em dois candidatos a vereador, alem de exorcizar as figuras do gerentão e do coveiro. Devera esfriar a cabeça,chamar amigos e colaboradores e tentar ressuscitar o PDT na cidade.  

quinta-feira, 27 de setembro de 2012


Uma decisão.
Parece que as pessoas não estão preparadas para entender posições, quando estas são contrárias ao que pensam. Até que ponto uma  simples opinião pode mudar um conceito, uma maneira de ver as pessoas. Certa vez, um grande filósofo falou: você pode fazer mil coisas boas, e ser tratado como rei, mas, basta uma dúvida, sobre qualquer delas, que te transformam no mais miserável dos súditos. E, assim é de fato. Isto faz parte de nossa cultura, quando gostamos de alguma coisa, geralmente queremos aquela coisa como propriedade, assim como o menino ciumento de seus brinquedos preferidos. No momento em que notamos algo de diferente, algo que não fecha com o nosso modo de pensar ou agir, imediatamente partimos para o ataque. 

Aconteceu exatamente isso comigo. Após a divulgação de que o candidato Marcelo Machado havia me visitado, inclusive posando comigo numa foto, criou-se um clima, recebi centenas de emails elogiando a atitude, bem como inúmeros comentários nas redes sociais, alguns conterá, mas a grande maioria entendendo que aquilo era apenas a opção pessoal de um eleitor, inclusive em todas as postagens sempre deixei claro que sempre estou falando em meu nome, não faço do comentário, das postagens nada de definitivo, como se fosse eu o dono da razão. Alguns cobram de mim algo que já expliquei quanto aos processos a que responde o senhor Marcelo Machado. Sempre esperei por uma decisão judicial, que é a quem compete julgar os atos e os fatos de que o acusam. 

Não existe até agora nada que prove serem todas aquelas acusações verdadeiras. Não posso nem devo me arvorar em juiz. Se, realmente houver condenação, com certeza o cidadão vai pagar sua pena, mas e daí,muda alguma coisa no meu voto? Não, não muda em nada pelo simples fato de que até a hora do voto não havia nada que fosse em contrário para que concorresse. Isto quem diz não sou eu, é a justiça. As eleições em Sapucaia desta vez são muito atípicas, não tem nada a ver com fisiologia partidária, nada a ver com projetos e planos diferentes. Dei-me ao trabalho de analisar e comparar todos os programas dos cinco candidatos, isto é o mínimo que se deve fazer. O resultado foi o que todos são idênticos, são as mesmas soluções, não existe nada de novidade palpável, que seja realmente algo que o prefeito vá inovar. 

Sem contar que muitos dos planos e projetos devem necessariamente passar pela câmara de vereadores. Não é só dizer vou fazer, e está feito. Ora, não vai existir mudança de planos, não vai existir mudança de nomes, pra quê apostar em quem vai começar tudo do zero? Se existe alguém que tem condições de complementar, melhorar desde que não seja o mesmo prefeito, então não resta alternativa, foi o que fiz. Daí, dizem alguns, rasgou o discurso?Traiu o partido? Quer cargo? Mudou de lado? Não, nada disto Não rasguei o discurso, até porque não mudo uma vírgula em tudo o que já escrevi ou disse aqui no blog ou nas postagens do facebook. Não traí ninguém, muito menos a sigla do PDT. 

Existem pessoas que estão traindo desde o início deste mandato, gente covarde e que estão ai posando de bons brizolistas. Cargo também não procuro, vivo muito bem como que recebo pelo tempo em que trabalhei, meus filhos já estão formados, não tenho dívidas, então deixo para aqueles que gostam de incomodar-se.  Disse e repito, o mesmo que falei para o Ibanor: Quero ajudar na administração, mas, sem cargo, sem salário. Outra bobagem que só pode sair da cabeça de quem nunca falou comigo, e muito pior, não me conhece. Jamais, jamais vou “trocar” de partido até porque não sou pedetista, sou BRIZOLISTA.São nestes momentos em que acreditamos que a criatura humana foi obra de um ser supremo, pois permite que sobre os mesmos assuntos existam tantas e tão variadas formas de manifestar-se.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012


Uma decisão.
Pois, ontem recebi a visita de amigos. Entre eles o candidato Marcelo Machado, a quem anteriormente havia manifestado interesse em conversar pessoalmente. Foi uma conversa de amigos. Mas muito proveitosa. Falamos de tudo, processos, erros das administrações, covardias, enfim, foi um encontro que serviu para dar uma clareada nas minhas dúvidas.e firmar posição quanto ao dia sete de outubro.Ate poucos dias,continuava com a dúvida em votar ou não, escolher ou não um candidato entre os pretendentes. 

Cheguei inclusive a lançar meu cão, como candidato
Mas, nunca fui de fugir da raia, sempre votei, sempre escolhi meu candidato, até por uma questão de poder mais adiante poder cobrar atitudes, e até mesmo erros do gestor. Foi o único candidato que se deu ao trabalho de fazer uma visita. Foi mais de uma hora de conversa. Ouvi atentamente as ponderações do Marcelo, ele, da mesma forma ouviu meus pedidos, e acredito que no caso de vitoria, poderei ter a satisfação de poder compartilhar a administração, mas, um compartilhamento isento de cargos, e salários. Fui claro e específico: 

Quero ajudar ao prefeito naquilo que gosto que é a segurança na nossa cidade, mas, sem cargos, sem CCs, sem salários.Da mesma forma como me propus a trabalhar com o gabinete do vice prefeito Sr. Ibanor Catto,e que aliás,recusaram. Mas quanto as acusações? Os processos? Sou de opinião de quem deve para a justiça deve pagar por seus erros, mas quem decide isto é justamente a justiça. Não posso e nem devo me arvorar em Juiz, não julgo pois não gostaria de ser julgado, ainda mais quando sabemos que estes processos em sua maioria tiveram origem na câmara de vereadores da época, aliás uma zorra,em termos de conchavos, e desacertos. Meu voto é pessoal. Entre os cinco pretendentes fico com o que já conhece as deficiências do município, até porque é mais fácil continuar aquilo que já funciona, melhorando ainda mais, do que reinventar toda uma nova sistemática. 

Administrar significa, preocupar-se, empenhar-se em aplicar os recursos da melhor forma em benefício da comunidade. Se, em quatro anos a atual administração não se preocupou em resolver os problemas da cidade, acredito que não seja preciso postergar para mais tarde a chance de tentar dar a volta por cima. O PT infelizmente tem em seus quadros misturados entre os bons uma verdadeira quadrilha, seu maior erro é delegar aos outros caciques as tarefas que deveriam ser desempenhas pelos administradores. Estes, adoram passear,exibir-se e para isto transferem as responsabilidades para aspones, muitas vezes mal educados e sem o devido preparo. Quando eleitos encastelam-se no trono e esquecem daqueles que os elegeram. 

Tenho para mim que será sempre melhor tomar uma posição mesmo que as vezes nos ponham aparentemente em contradição, do que trabalhar nas escuras, fazendo jogo duplo como alguns estão a fazer. Conseguir um cargo por uma sigla e depois trair a confiança desta sigla fazendo campanha apenas e simplesmente pelo salário de outra, é traição. Eu posso ser opiniático, mas não sou capaz de trair amigos, nem mesmo em política. O candidato do meu partido o PDT, se fosse realmente um cara de palavra, de opinião, teria procurado. Não faltaram convites, mas como sempre preferiu acolher-se nos braços de meia dúzia de puxa sacos que o estão levando para o abismo. 

Quando o procurei para ajudá-lo, não aceitou, quando o aconselhei de como proceder para fazer uma boa plataforma para 2012 desdenhou. Não pode, nem deve condenar ninguém. Sempre disse e repito, não sou PEDETISTA, sou BRIZOLISTA, desde guri. Não sou como alguns traíras que mesmo sendo candidatos pelo PDT a um cargo, fazem “dobradinha” indicando para prefeito o Ballin. Isto é o que acontece com os pedetistas da hora, dos cargos e dos salários

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

A hora.

Amigos e amigas, eleitores do nosso município. Está quase na hora de decidirmos pelo nome que deverá dirigir comandar nosso município pelos próximos quatro anos. Com ele, também estaremos escolhendo uma nova câmara de vereadores. Tenho para mim, que a escolha de um candidato é coisa muito particular. Cada um deveria saber o que é melhor, não para si, mas para toda a comunidade. Muitos votam por comida, por medicamentos, por consultas, enfim, trocam o seu voto, a sua chance, por coisas supérfluas, contribuindo desta maneira para que tudo continue como está. 

Coincidentemente, estas pessoas são as mesmas que alguns meses depois vão aparecer nas mídias criticando, pedindo, ofendendo, por que não podem contar com serviços que dependem justamente daquele calhorda que lhe deu o kit de alimentos. Eu sei que nossa eleição deste ano está difícil, não só para prefeito, como principalmente para vereadores, é tanta gente se atirando nos dez mil por mês que acabam se misturando criando serias dificuldades na hora de decidir. Vivo nesta cidade há mais de sessenta anos, todos estes nomes que ai estão, são velhos conhecidos, por alguns deles inclusive não botaria minha mão no fogo. Mas tem gente nova, boa,honesta.

Como é o caso do Volmir (11.111) o Gordo do "Agendão". Tenho certeza de que será um ótimo vereador. É o meu candidato a vereador. Mas, e o prefeito? Difícil, está é a pior safra que temos na disputa. Já analisei cada um individualmente, e posso afirmar que estou quase me decidindo a votar em alguém. Acredito que o pleito seja decidido entre Ballin e Marcelo Machado. O Ballin fica descartado, pois não aceito TRAIDORES, muito menos covardes. Já minha dúvida quanto ao Marcelo Machado, fica por conta de todas as denúncias sofridas, e até hoje sem sentença definitiva. Também conta o fato de sua prepotência, sou um cara simples, me dou com todo o mundo, não aceito este negócio de alguém se julgar mais do que o outro. Já escrevi sobre isto. 

NÃO ACEITO hierarquia, não existe ninguém mais ou menos. Todos, somos iguais, independentemente de diploma, grau de instrução, ou divisas. Somos seres humanos, e só. Gostaria muito de poder falar com o candidato, pessoalmente. Mas, não tenho como andar correndo ou em caminhadas. Vejam bem, não estou recomendando, muito menos declarando o meu voto. Quanto aos outros três, simplesmente não existem. Daí, dirá alguém mudaste o discurso. Não mudei uma linha, quando descarto o Ballin, o faço baseado em fatos consumados, acontecidos, até porque trabalhei no projeto de governo e muito do que foi prometido não foi sequer tocado. Já quanto ao candidato Marcelo Machado, existem muitas denúncias, mas até hoje não confirmadas. 

Não existe ainda sentença condenatória transitada em julgado, o que propicia ficar em dúvidas. O Fato de  querer falar com o candidato é justamente para que aquilo que ainda pesa, ou se confirme ,ou seja finalmente descartado. O ex-prefeito Marcelo Machado não era homem de diálogo. O que eu quero é justamente formar um juízo deste candidato de agora. Dos que ai estão, me parece o que enseja melhor preparo. Vamos Aguardar e ver no que dá.

terça-feira, 18 de setembro de 2012




Conclusões.
Vejam como andam as coisas aqui na cidade de Sapucaia do Sul.Hoje, ao abri a minha página do facebook, deparei com uma notificação, a qual salientava ter sido retirado da minha página algo que estaria relacionado com processo, número tal, da comarca tal e tal. Havia um link no qual eu deveria clicar,para saber detalhes do porque da retirada, e qual teria sido a figura. Fiquei surpreso, pois era uma foto postada há vários dias onde mostrava numa determinada rua da cidade um montão de entulhos com os dizeres “ Quer que continue assim? Vote no Ballin”. Ora bolas tenho deparado com coisas bem mais agressivas ao atual prefeito da cidade e candidato a reeleição, mas, tudo bem, se errei tenho que reparar o erro.

Daí a pergunta: até que ponto pode ser considerada a verdade que sai da boca de certos tipos de pessoas que acreditam que uma foto possa servir de prova de acusação quando toda a cidade está transformada num lixo? Será que a simples exposição de uma rua com um acúmulo de lixo seria motivo para por em risco a reeleição deste senhor que primou pela acomodação, pelas viagens a Brasília, pelos conchavos com os antigos opositores, e que simplesmente relegou ao seu secretario as tarefas que deveriam ser suas como administrador eleito com seu vice? Quem será que foi o cara de pau que resolveu mostrar serviço denunciando a foto? Será que é alguém que já ocupa cargo e está servindo de dedo duro com medo de perder a boquinha? Sim porque este tipo de gente não mostra a cara. 

Eles agem na sombra, por detrás da moita, como covardes e traiçoeiros que são. Estou pouco me lixando para estas baixarias, tudo o que penso, tudo o que falo,fica registrado com meu nome, minha foto, não sou nenhum fake, tenho credibilidade na cidade que ajudei a emancipar, muito embora meu nome não conste em nenhum livro e jamais tenha sido chamado para qualquer tipo de homenagem, pois não faz a minha cabeça aparecer. Sou frio,mas educado,posso até parecer arrogante, mas não sou capaz de traições,muito menos de covardias para com meu amigos.Não é por nada que o MARESIAS já ultrapassou a marca das trinta mil visitas, os emails, as mensagens,os compartilhamentos que aumentam dia a dia. Talvez seja disto que alguns lacaios estejam com medo. 

As pessoas estão sentindo falta de alguém que diga em seu nome as verdades sobre esta farsa chamada governo do PT. Elegemos um projeto e recebemos em troca só mentiras, só covardias, era para iniciarmos uma nova vida para a cidade, foi isto que elegemos, mas nos enganamos, na verdade a nova cidade foi para meia dúzia de afortunados, para alguns que inclusive trocaram seus partidos de origem para garantir a função até o fim de mandato. Negociam a fidelidade por meia dúzia de reais. Preferem não olhar o próprio no espelho pela  manhã, para não sentirem vergonha do que fazem.Pensando bem, como está triste a situação dos eleitores daqui da cidade. Estamos sem nenhuma opção. É tudo repetição daquilo que já aconteceu antes e não resolveu nada. 

As promessas, os planos são tudo cópias de papéis que ficaram por quatro anos engavetados, e que agora surrados amarelados pelo tempo ganham uma nova cara na tentativa de enganar os eleitores bobocas. Será que vale a pena mesmo investir, se já conhecemos o epílogo desta historia? Será que estes valores astronômicos gastos pelo TRE para mobilizar a sociedade na busca de eleições diferenciadas vale mesmo a pena? Será que a tal da ficha limpa tão alardeada vai fazer a diferença? Não esqueçamos que esta lei já nasceu comprometida, pois graças aos arranjos da turma do deixa disto eles conseguiram incluir alterações que beneficiam muito safados.

Posso me considerar um felizardo.Não sou mais obrigado a votar, sem perder o direito da critica. Aliás, acredito cegamente que voto deveria ser facultativo, até porque, tanto faz você escolher, ou não,votar ou não, quem realmente manda no jogo dará sempre as cartas,e a nos como eternos bobocas recairá sempre a responsabilidade. Sempre haverá uma autoridade para aparecer na TV e declarar: a culpa é sua que não soube escolher. Podem cercear, podem recolher, podem avisar,façam o diabo, uma coisa porém não vão conseguir que é CALAR A MINHA BOCA. 

segunda-feira, 17 de setembro de 2012




Quando...
Quando caem as máscaras, daí é que aparece a cara do covarde que se esconde por detrás dela. Efetivamente vivemos um momento um tanto quanto tumultuado na cidade. De um lado um prefeito inerte que passou quatro anos gozando as delícias do poder,deitou e rolou por conta das traições aos seus eleitores, tentando justificar o injustificável. Mostrando agora projetos que faziam parte do programa de governo de quando assumiu, tanto ele quanto seu vice, são réus confessos pelo descaso como trataram o município de Sapucaia do Sul.Agora, estranha e coincidentemente aparecem em lados opostos para fazerem demagogia barata. 

O Ballin inventando uma cidade hipotética que só existe na cabeça dele e de alguns aspones. O Ibanor prometendo fazer agora tudo aquilo que poderia ter feito antes, mas, que por descaso, por comodismo não fez. O resto não fica muito longe não. Paulo Borges agora alardeia saber tudo o que deve ser feito para melhorar a saúde, só que, quando secretario da saúde no município transformou esta mesma saúde num pandemônio desgraçado. A única coisa boa que fez foi fundar uma cooperativa médica , ao que tudo indica gerenciada por um laranja.Saúde pelo SUS é difícil, agora agendar consultas particularmente, com valores pagos, bem ai sim fica fácil.Na candidatura do Ibanor nem vou perder tempo, tudo o que penso, tudo o que tenho na cabeça já repassei neste mesmo Blog. Repetir que é uma candidatura morta, que foi, que é, mal assessorado é chover no molhado, todos estão vendo. O pior é que apesar de tudo tenho pena dele. 

Não tenho raiva.Faltou-lhe gente que mostrasse as frias em que estava entrando quando aceitou a bucha do Sapucaiense, aquilo ali é ninho de cobras,serviu apenas para enfraquecê-lo mais ainda. Ora, bater sozinho contra um bando de aloprados com o Arlênio e o Lauri pondo lenha todos os dias na fogueira, era para matar mesmo,só o Ibanor não viu, nem ele nem as bestas que o assessoravam. Mas o pior de tudo foram os traíras, que mamaram durante quatro anos nas tetas arrumada pelo PDT, e agora simplesmente viraram as costas para ele, e passam a apoiar o chorão do Ballin. Onde é que estão os milhares de pedetistas ? onde estão os históricos do PDT? Certa vez, fui visitar o meu amigo Sr. Adão, na casa dele, estávamos conversando sobre eletrônica. Eu tinha uma fonte dos meus rádios (faixa 11 Metros) e queria ver se ele conseguia consertar.Dali a poucos momentos apareceu o Chico (bola da vez) o papo mudo radicalmente,uma conversa mole,sem muito nexo, mas, que insinuava a mim e ao Seu Adão uma provável união para formar uma chapa e derrubar o Ibanor. 

Nos olhamos surpresos aquele papo não estava sendo nem cogitado. O Seu Adão balançou a cabeça, olhou para o chão ,eu então falei: Olha, se tu ta querendo dar golpe não conte comigo, não tenho nenhum interesse neste assunto.Me despedi do Seu Adão, ele veio comigo até o portão e só disse: Tem cada uma Jaí. Lá naquele dia, já se armava alguma coisa suja, da qual não participei. Não é  o meu gênero. Depois fui “acusado” de querer dar um golpe. Através de carta enviada ao partido mostrei quem realmente estava de tramoias. Peguei nojo, repugnância de certas pessoas, tanto pelas suas ideias quanto pelo seu passado na cidade, me afastei. Hoje a candidatura está ai, provando tudo o que eu falei, provando tudo aquilo que eu avisava. 

Haviam ,sim golpistas nas reuniões, haviam sim pessoas que queriam derrubá-lo , mas não era bem eu não.Infelizmente nossa cidade está novamente entre a cruz e a espada, ou vota na pasmaceira, nas mesmices, na estagnação, ou dá novo voto de confiança ao homem dos cavalos, os outros ficam como Lázaro,sentados a soleira esperando migalhas. Enquanto tudo isto acontece e nos brigamos para provar que o nosso candidato é o melhor, uma fatia de mais de cinco bilhões, escorre para o ralo da corrupção.