sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Ainda..

Bom coração.

Ainda existem pessoas com um coração bondoso. Coisa difícil, considerando que hoje tudo o que se faz, ou consegue é por dinheiro. No recente caso do assalto que sofreu minha filha Renata, onde o prejuízo maior foi a total perda de confiança nos órgãos públicos responsáveis pela Segurança Pública, e o fato de ver tudo o que conseguiu com trabalho e esforço ir parar na mão de um vagabundo, desocupado, e que com certeza não irá muito longe, pois se até agora ele não havia encontrado alguém disposto a identificá-lo e prendê-lo, pode ficar de olho aberto.Já se conhece inclusive o nome deste covarde, que ataca preferencialmente mulheres,sempre armado com uma faca. Não é possível que um ordinário, conhecido na área, sempre com o mesmo modus operandi, fique tranquilamente se apropriando dos objetos alheios, e ninguém tome uma providencia. Ora, se é conhecido,( está com a foto no álbum da 1ª DP.) se já existem mais de vinte ocorrências com as mesmas características, o que estarão esperando as autoridades para tomarem uma providencia e fazer este cafajeste parar atrás das grades. Mas, tem pessoas que mesmo na sua humildade, e sem qualquer determinação oficial se prontificam a ajudar naquilo que podem. Existe um guarda municipal que talvez tocado pela situação, tem ficado a espera da Renata no pé da passarela para acompanhá-la na perigosa travessia. Não vou identificá-lo, pois é bem possível que ainda apareça um “chefe” para reclamar.
Aliás, estas passagens para pedestres são verdadeiras ratoeiras, onde dá de tudo. Em época de aulas, os alunos do Instituto Rubem Darío, são obrigados a conviver com ilustres desocupados em praticas nadas convencionais. É sexo explícito, implícito, atentado violento ao pudor, sujeira, imundície, e tudo no caminho não só de autoridades, secretários, vereadores e até das próprias polícias. Mas, para que se tome providencias tem de haver não só a denúncia como também a identificação desta corja. Ai entra em cena os Direitos Humanos, o Ministérios Público, e até certos advogados, especializados em tirá-los da gaiola. Mas Sapucaia é uma cidade diferente. Aqui as pessoas não reagem aqui às pessoas acomodam-se, acovardam-se, até na hora em que acontece com alguém da família. Estes viadutos e passarelas devem urgentemente passar por uma rigorosa vigilância, a começar com aquela câmera postada em frente a Prefeitura Municipal, caso não seja possível cortar a árvore então que se mude de local, de forma a facilitar a identificação deste rato de esgoto.

Um comentário:

EDUARDO POISL disse...

Que a minha solidão me sirva de companhia,
que eu tenha coragem de me enfrentar,
que eu saiba ficar com o nada
e mesmo assim me sentir, como se
estivesse plena de tudo".

Clarice Lispector


Desejo um lindo domingo para você.
Abraços com todo meu carinho